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Operação Spin Wallets

Empresa que fraudava investimentos de clientes é alvo de operação no ES

Segundo a PF, sócio da empresa investigada geria de forma fraudulenta os recursos aportados pelos clientes, conseguindo lucro e deixando-os no prejuízo. Foram bloqueados bens no valor de R$ 4,6 milhões

Publicado em 29 de Novembro de 2022 às 09:09

Vinicius Zagoto

Publicado em 

29 nov 2022 às 09:09
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (29) uma operação dedicada a reprimir a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional. O objetivo é cumprir três mandados de busca e apreensão em Cariacica, na Grande Vitória. 
A operação apura a atuação de uma empresa capixaba que, pelo menos desde o ano de 2020, tem captado recursos de terceiros e atuado, segundo a PF,  irregularmente como administrador de carteiras no mercado de valores mobiliários. A pedido da corporação, a Justiça determinou o sequestro de bens dos envolvidos no crime, na ordem de R$ 4.648.824,44, incluindo imóveis, veículos e contas bancárias.
*** FOTO DE ARQUIVO *** SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Still dinheiro. Cédulas. Real. ()
Empresa que fraudava investimentos de clientes é alvo de operação no ES Crédito: Gabriel Cabral/Folhapress
As investigações mostram que o sócio dessa empresa tem gerido de forma fraudulenta os recursos aportados pelos clientes, uma vez que efetua, sistematicamente, operações com ativos de baixa liquidez, conseguindo resultados positivos em benefício próprio, em detrimento dos clientes que vêm amargando resultados negativos.
Paralelamente, a CVM editou o Ato Declaratório 20.334 (“Stop Order”), alertando aos participantes do mercado sobre a inexistência de autorização da referida sociedade e seu sócio para atuar no mercado de valores mobiliários.
Além do cumprimento das ordens judiciais, a ação visa a obter novos elementos de provas para desmantelar o esquema criminoso dedicado à operação de instituição financeira sem a devida autorização, gestão fraudulenta e exercício irregular da atividade de administrador de carteira no mercado de valores mobiliários.
Os investigados poderão ser responsabilizados pelos crimes de gestão fraudulenta e operação irregular de instituição financeira e exercício irregular no mercado mobiliário, com penas que podem chegar a dezoito anos de prisão.

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