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Premeditado

Dois crimes e nove suspeitos: quem é quem no caso de chinês morto no ES

Quatro pessoas já foram presas no total; o comerciante Weiming Li foi assassinado durante um assalto em julho deste ano, no bairro Parque Residencial Laranjeiras, na Serra

Publicado em 31 de Outubro de 2023 às 15:56

Júlia Afonso

Publicado em 

31 out 2023 às 15:56
morte do comerciante chinês Weiming Li, que ocorreu em julho, na Serra, repercutiu em todo o Espírito Santo. Os criminosos ficaram de tocaia até ele chegar ao próprio veículo, onde foi abordado e baleado (veja acima). O inquérito do caso foi concluído: cinco pessoas participaram do crime, quatro delas integrantes de uma quadrilha baiana especializada em sequestro-relâmpago.
Além disso, outro grupo invadiu a conta bancária da vítima, após a morte de Weiming, e tirou cerca de R$ 600 mil. Quatro já foram indiciados por esse segundo crime. Um deles é um hacker, morador de Linhares, no Norte capixaba, que já foi preso. Veja abaixo quem é quem, de acordo com a polícia: 
  • Yonan Bonfim Santana, o Binho ou Bino: mentor intelectual do assalto, que buscou informações sobre o alvo (o comerciante) - foragido;
  • José Carlos de Santana Souza, o Zezinho: funcionário da pastelaria do primo de Weiming Li e que passou as informações para Yonan - preso em 17 de setembro;
  • Davi Santos Riba: dirigiu o carro usado no crime - preso em 16 de agosto;
  • Daniel Jockta de Oliveira: atirou na vítima - foragido;
  • Carlos Jockta de Oliveira: irmão gêmeo de Daniel, participou do assalto - preso em 28 de agosto.
Morte de chinês: Yonan (foragido), Daniel (foragido), Carlos, Davi e José
Morte de chinês: Yonan (foragido), Daniel (foragido), Carlos, Davi e José Crédito: Divulgação | Polícia Civil
Depois da morte, a polícia chegou em outro grupo, que nada tinha a ver com o da Bahia, mas que também escolheu o comerciante chinês como alvo. Eles movimentaram mais de meio milhão de reais da conta de Weiming Li. São quatro pessoas, mas elas não tiveram os nomes divulgados pela polícia. Veja:
  • Hacker, 28 anos: acessava a deep web e tinha acesso a certidões de óbito de pessoas aleatórias. Ele conseguia os dados dessas pessoas e escolhia um alvo com dinheiro no banco. No caso do comerciante chinês, o hacker disse para a polícia que viu a repercussão da morte e conseguiu os dados dele. Depois, descobriu qual era o banco da vítima e se associou a uma gerente dessa instituição - preso;
  • Gerente do banco, 39 anos: criou um cartão de crédito para o hacker e deu acesso ele, pelo celular, à conta de Weiming Li. Desse modo, o hacker conseguiu tirar R$ 600 mil da conta do comerciante - indiciada;
  • Dois comerciantes, ambos de 24 anos: recebiam o dinheiro do hacker e "lavavam" esse dinheiro - indiciados.

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