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Caso Amanda: motorista que atropelou e matou jovem vai a júri popular no ES

Justiça decidiu que Wagner Nunes de Paulo, indiciado por homicídio doloso pela morte da jovem Amanda Marques, em abril do ano passado, irá a júri popular; data do julgamento ainda não foi confirmada

Tempo de leitura: 2min
Publicado em 23/06/2022 às 09h47
Wagner Nunes de Paulo, de 28 anos, é quem dirigia o carro que atingiu a traseira da moto em que estava a jovem Amanda Marques
Wagner Nunes de Paulo dirigia o carro que atingiu a traseira da moto em que estava a jovem Amanda Marques. Crédito: Reprodução de Redes Sociais | Montagem A Gazeta

A Justiça decidiu que o motorista Wagner Nunes de Paulo irá a júri popular. Ele dirigia o carro que atropelou, arrastou e matou a jovem Amanda Marques, de 20 anos, e ainda deixou o namorado dela, Matheus José Silva, de 23 anos, gravemente ferido.

O casal estava em uma motocicleta na Rodovia Darly Santos, em Vila Velha, quando o Corolla, em alta velocidade, atingiu a moto na noite do dia 17 de abril do ano passado. Câmeras (veja vídeo abaixo) registraram o acidente. A motocicleta foi arrastada por quase 50 metros. A jovem morreu na hora.

Wagner foi preso no local do acidente e o inquérito policial aponta que ele estava embriagado quando dirigia o Corolla em alta velocidade pela rodovia. Após a batida, o motorista não prestou socorro às vítimas e ainda tentou fugir do local, mas foi contido com a chegada da polícia.

Jovem de 20 anos. Acidente na Darly Santos
Amanda Marques Pinto estava na carona da moto pilotada pelo namorado. A jovem morreu após ser atingida pelo Corolla dirigido por Wagner Nunes. Crédito: Arquivo da família

"Quando você sabe que a pessoa está em alta velocidade e alcoolizado, coloca em risco a vida de outras pessoas. Então, não foi acidente, para mim o que houve foi um assassinato", disse Renata Marques, mãe de Amanda à TV Gazeta.

O ministério Público indiciou o motorista do carro por homicídio doloso - quando o autor assume o risco em matar uma pessoa. O advogado da família da vítima, Fábio Marçal, salientou que a decisão de levar Wagner Nunes ao júri popular foi um acerto da Justiça.

"A decisão de pronunciar o Wagner e mantê-lo preso no curso do processo foi acertada pelo poder judiciário e nos causa tranquilidade para prosseguir com o mesmo. Queremos que isso termine o mais rápido possível", pontuou.

A expectativa da família de Amanda agora é pela marcação da data, porém ainda não há uma definição para o julgamento. Procurada pela TV Gazeta, a defesa do acusado não foi localizado.

Com informações da TV Gazeta e G1 ES

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