Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Lama de rejeitos de minério

Pescadores fazem protesto em ferrovia de Colatina

Manifestação aconteceu na vila de Maria Ortiz por cerca de 24 horas. Em alguns momentos a ferrovia foi fechada. Viagens dos trens de passageiros foram suspensas

Publicado em 03 de Julho de 2019 às 15:38

Publicado em 

03 jul 2019 às 15:38
Com faixas, pescadores chegaram a fechar a ferrovia em alguns momentos Crédito: Internauta
Após 24 horas, acabou na manhã desta quarta-feira (03) um protesto de pescadores na Estrada de Ferro Vitória-Minas, na vila de Maria Ortiz, em Colatina, região Noroeste do Estado. Os manifestantes foram impactados pela lama de rejeitos de minério no Rio Doce e reclamam que muitos deles ainda não receberam as indenizações da Fundação Renova.
Durante a manifestação, os pescadores chegaram a fechar a ferrovia em alguns momentos. Por conta disso, a Vale suspendeu as viagens dos trens de passageiros nesta quarta-feira. Circulam apenas os trens de carga.
Em nota, a mineradora explicou que os passageiros podem reagendar o bilhete ou pedir reembolso do valor, no prazo de até 30 dias, nas estações localizadas ao longo da estrada de ferro. Além disso, reforçou que a medida é para garantir a segurança dos passageiros, de suas operações e das comunidades.
Protesto de pescadores em ferrovia de Colatina chega ao fim
PEDIDOS
Pescadores montaram barracas ao lado da ferrovia, em Colatina Crédito: Internauta
Os manifestantes afirmam que muitos pescadores ainda não receberam as indenizações pela Fundação Renova. Além disso, questionam a qualidade dos peixes e da água do Rio Doce. Eles pedem a contratação de uma assessoria técnica para atestas se os peixes e a água estão contaminados.
Outra reivindicação é sobre projetos da Renova que não foram colocados em prática. A instituição foi criada para reparar os danos causados pelo desastre da lama de minério em novembro de 2015. Os pescadores afirmam que as comunidades atingidas estão esquecidas pela fundação.
“ABERTA AO DIÁLOGO”
Em nota, a Fundação Renova informou que considera legítima a manifestação popular e reafirma que possui a escuta, o diálogo e a participação social como práticas norteadores de suas ações. Disse também que está aberta ao diálogo construtivo e respeitoso com todos os atingidos para avaliar as demandas em busca de soluções adequadas, respeitando os limites de sua atuação e as leis brasileiras.
“A fundação reitera o seu compromisso na construção de medidas que contribuam para a promoção do processo de reparação. Por isso, a Renova coloca à disposição sua equipe de diálogo, bem como os canais de relacionamento, na Ouvidoria pelo telefone 0800 721 0717, via e-mail [email protected] ou pelo site https://www.canalconfidencial.com.br/fundacaorenova”, finaliza a nota.
 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Bike elétrica
Bikes elétricas: não é falta de regras, é falta de bom senso
Andressa Aparecida Ferreira Siqueira/Andressa Siqueira - vereadora de São Domingos do Norte
Câmara do ES abre processo de cassação contra vereadora por suspeita de corrupção
Imagem de destaque
Veja quando a divisão dos ambientes é mais vantajosa que a integração

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados