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Prevenção

Coronavírus no ES: governo estuda reservar hotéis para equipes da saúde

Trabalhadores que estiverem realizando a assistência a casos de Covid-19,  e não quiserem voltar para suas casas, poderão ter quartos reservados para os períodos de descanso

Publicado em 24 de Março de 2020 às 20:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 mar 2020 às 20:53
Hotel
Quartos de hotéis: não há previsão de usar esse recurso para acolhimento de pacientes, apenas de trabalhadores Crédito: Pixabay
Das medidas de restrição às de prevenção ao avanço do novo coronavírus (Covid-19) no Espírito Santo, o governo estuda agora reservar quartos de hotéis para trabalhadores da saúde que estejam na linha de frente da assistência a pacientes infectados. Eles poderão ser abrigados, caso não queiram retornar a suas residências, pelo tempo em que estiverem atuando no atendimento aos casos da nova doença.
O secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, disse que essa é uma ação preventiva que está em análise, porém ainda não há prazo para ser executada. Questionado sobre a perspectiva de também usar hotéis para pacientes que precisem de isolamento, o secretário descartou totalmente a possibilidade.
Para ele, a medida é dispensável porque as pessoas que precisam de isolamento devem ficar em suas próprias casas. "Esse debate de contratar hotel para fazer a internação e isolamento compulsório de paciente,  entendemos que não é necessário nem para o Estado, nem para o país", opina.

PROTEÇÃO

Ainda em relação aos profissionais de saúde, nesta quarta-feira (25) será publicada uma portaria com normas relacionadas ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e outros procedimentos para evitar a infecção dos trabalhadores enquanto estiverem atendendo casos suspeitos ou confirmados de Covid-19. As regras para o Estado seguem orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
No caso de transporte móvel de urgência, os profissionais devem, além de higienização das mãos, usar: óculos de proteção ou protetor facial;  máscara cirúrgica; avental;  luvas de procedimento; e gorro (para procedimentos que geram aerossóis).
Para as situações em que seja necessário transportar paciente entre unidades de saúde, a máscara cirúrgica deve ser usada durante todo o percurso.
Na assistência ambulatorial ou no pronto atendimento, os mesmos equipamentos devem ser utilizados pelos profissionais. As equipes de saúde devem ser orientadas, ainda, sobre os protocolos para prevenção de contágio e disseminação da doença. Uma das medidas é disponibilizar máscara para os pacientes e acompanhantes, além de prover condições para higiene das mãos. Os casos suspeitos devem permanecer preferencialmente em área separada até a consulta ou encaminhamento para hospital, se for o caso.
Os profissionais de saúde e os de apoio devem usar EPIs durante a assistência direta a pacientes ou se tiverem contato com superfícies e materiais utilizados por eles e seus acompanhantes. Mas não se deve circular pelo serviço de saúde utilizando os EPIs. Os equipamentos devem ser imediatamente removidos após a saída do quarto, enfermaria ou área de isolamento.

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