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Com doença rara, médica capixaba encontra possível doador de medula

Ana Carolina Milanez, 26, foi diagnosticada em janeiro com uma doença rara, que afeta a produção de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas

Publicado em 26/10/2019 às 10h46
Ana Carolina Milanez foi diagnosticada com uma doença rara em janeiro deste ano. Ela encontrou um possível doador de medula óssea. Crédito: Reprodução Facebook
Ana Carolina Milanez foi diagnosticada com uma doença rara em janeiro deste ano. Ela encontrou um possível doador de medula óssea. Crédito: Reprodução Facebook

Depois de dez meses em tratamento de uma doença rara, a médica capixaba Ana Carolina Milanez, 26 anos, diagnosticada com anemia aplástica, encontrou um possível doador de medula óssea. A informação foi compartilhada nas redes sociais da médica, que se prepara para fazer exames e confirmar a compatibilidade com o doador.

Ana Carolina foi surpreendida com a notícia por email, na última sexta-feira (25). A médica contou que não esperava por uma resposta tão rápido, já que ela só foi cadastrada no Banco Nacional de receptores de medula no início de outubro.

"Eu estou muito feliz. É uma notícia que traz um alívio enorme pra mim e pra minha família. Todo mundo quer encontrador um doador em potencial e, no meu caso, isso foi muito rápido. É gratificante ver a mobilização que foi feita para isso", declarou emocionada.

Médica capixaba publicou nas redes sociais o email que recebeu informando que havia um possível doador de medula óssea. Crédito: Reprodução Instagram
Médica capixaba publicou nas redes sociais o email que recebeu informando que havia um possível doador de medula óssea. Crédito: Reprodução Instagram

Para confirmar se a doação é realmente compatível, serão coletadas amostras de sangue e saliva de Ana Carolina e do doador. O resultado dos testes fica pronto em aproximadamente seis semanas após a realização.  Em caso de confirmação, os dois precisam concordar com o transplante para dar início ao procedimento.

Ana Carolina Milanez

Médica 

"Eu vou para São Paulo em novembro para fazer a coleta. Sobre o doador, eu não sei quem é ou de onde é, porque eles não passam este tipo de informação, mas sei que ele pode fazer os testes no local mais próximo de onde mora. Se ele for compatível, aí precisa concordar com a doação e então a gente inicia o processo. Estou muito confiante"

ENTENDA A DOENÇA

A médica foi diagnosticada com a doença em janeiro deste ano. Na época, ela fazia especialização em Psiquiatria em Campinas, interior de São Paulo, e teve que deixar as atividades de lado para iniciar o tratamento.

A anemia aplástica, também conhecida como aplasia medular, é uma rara doença hematológica que limita a produção de células sanguíneas na medula óssea, afetando diretamente os elementos que compõem o sangue: glóbulos vermelhos, brancas e também as plaquetas. No Brasil, 1 a cada 1 milhão de pessoas é diagnosticado com a doença. 

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