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Cepa mais letal da Covid-19

Covid-19: as cidades do ES com presença confirmada da variante inglesa

A cepa B.1.1.7, mais letal e mais infecciosa, foi registrada pela primeira vez no Estado em dezembro de 2020; até segunda-feira (22), ela estava presente em 65 cidades capixabas

Publicado em 25 de Março de 2021 às 21:00

João Henrique Castro

Publicado em 

25 mar 2021 às 21:00
Kits para diagnóstico do novo coronavírus chegam ao Espírito Santo
Kits para diagnóstico do novo coronavírus Crédito: Divulgação | Sesa
Um estudo realizado pelo Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen-ES) apontou que a cepa B.1.1.7, variante mais letal e contagiosa do novo coronavírus, foi registrada pela primeira vez no Estado em dezembro de 2020 e, até segunda-feira (22),  estava presente em pelo menos 65 municípios, do total de 78 cidades que compõem o território capixaba.
A análise foi feita em cima de amostras de testes para Covid-19 realizadas de março de 2020 a março de 2021. O resultado das pesquisas foi apresentado por Rodrigo Rodrigues, diretor do Lacen-ES, e pelo secretário Estadual de Saúde, Nésio Fernandes.

AS CIDADES COM A PRESENÇA DA B.1.7.7 ATÉ 22/03

VARIANTE MAIS LETAL E TRANSMISSÍVEL

Essa variante se assemelha à cepa do Reino Unido, possui maior facilidade de transmissão entre as pessoas e está mais presente nos infectados com Covid-19 na faixa etária entre 0 e 30 anos. Por ter alto índice de transmissão, o número de infectados por essa variante tem dobrado a cada 15 dias no Espírito Santo. "Essa variante começou sua transmissão nas faixa etárias mais baixas. É uma cepa que se transmite mais fácil, deixando mais suscetíveis até 30 anos, pois interagem mais, não respeitam o isolamento social e não utilizam máscara como deveriam. E são essas pessoas que levam o vírus para dentro da casa de idosos", pontuou Rodrigo Rodrigues, diretor do Lacen-ES.
O diretor do Lacen afirmou que o estudo da variante inglesa aqui no Espírito Santo deve continuar. "A investigação está começando e também vamos analisar a parte clínica de cada portador dessa variante", pontuou.
Nas análises apresentadas pelo Lacen-ES ficou evidente que a variante B1.1.7, com primeiro registro em dezembro de 2020, contribuiu para que o Estado vivesse a terceira onda de crescimento da pandemia. "A expansão tão vigorosa nesses últimos meses deve-se a vários fatores como as interações sem protocolos, a relativização do uso de máscaras, baixa cobertura vacinal, a negação ao risco da doença e, claro, as novas variantes", salientou  Rodrigues.

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