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Pandemia

Casagrande: expectativa é liberar carnaval de rua no ES, mas é preciso risco muito baixo

Em entrevista à CBN Vitória, governador Renato Casagrande destacou que, no mês de janeiro, haverá uma discussão com os municípios acerca das orientações para eventos em 2022

Publicado em 15 de Dezembro de 2021 às 17:28

Caroline Freitas

Publicado em 

15 dez 2021 às 17:28
governo do Espírito Santo espera que as microrregiões capixabas alcancem o risco muito baixo de contaminação pelo coronavírus para que possa tomar uma decisão sobre a liberação do carnaval de rua em 2022.
Governador Renato Casagrande visitando a Rádio CBN, na Rede Gazeta, em Vitória
Governador Renato Casagrande visitando a Rádio CBN, na Rede Gazeta, em Vitória Crédito: Ricardo Medeiros
Em entrevista à CBN Vitória na manhã desta quarta-feira (15), o governador Renato Casagrande destacou que, a princípio, a expectativa é de que haja a liberação dos blocos de rua tradicionais — que, no período pré-pandemia, chegavam a reunir algumas dezenas de milhares de foliões em alguns locais, a exemplo do Centro de Vitória.
O BatuQdellas em ação no Carnaval 2020, no Centro de Vitória, onde reuniu cerca de 40 mil pessoas
O BatuQdellas em ação no Carnaval 2020, no Centro de Vitória, onde reuniu cerca de 40 mil pessoas Crédito: Tati Hauer
“O que vai acontecer com o Carnaval? Nós temos que esperar até o mês de janeiro para poder tomar uma decisão. Nossa expectativa é de que a gente realize o carnaval, mas nós precisamos chegar ao risco muito baixo para poder de fato ter segurança na realização do evento.”
"No sambódromo tem controle porque você pode limitar o número de pessoas e pode também exigir a carteira de vacinação. Também pode exigir de quem vai desfilar. O carnaval do desfile é um, o carnaval de rua é outro. A gente vai ter que ver como vai lidar com isso "
Renato Casagrande - Governador do Espírito Santo
Casagrande destacou que existe a previsão de que, no próximo mês, seja feita uma discussão com os municípios acerca das orientações para eventos típicos do período de carnaval.
Mas o chefe do Executivo capixaba adiantou que se a classificação da matriz de risco vigente for o risco baixo, que é o atual, será necessário manter algumas restrições, com liberação somente de eventos com ocupação de 50% da capacidade máxima dos locais e controle da entrada de participantes, permitindo somente o acesso de pessoas vacinadas.
Se as microrregiões estiverem em risco muito baixo, haverá mais liberdade, com possibilidade de ocupação dos espaços conforme a capacidade definida pelo Corpo de Bombeiros.
“A gente está fazendo um apelo para as pessoas se vacinarem. No último mês, a gente teve uma redução drástica da procura de vacinas, todo mundo achando que esse assunto está resolvido e, sinto muito dizer, mas não está resolvido. Nós vamos ter que continuar fazendo a gestão da pandemia.”

O QUE É O RISCO MUITO BAIXO?

A nova classificação criada pelo governo no mapa de risco terá cor azul. Nesta fase, as medidas qualificadas aplicadas aos demais riscos (baixo, moderado, alto e extremo) serão extintas, não havendo restrições para atividades econômicas, sociais e culturais. Para as regiões alcançarem essa classificação nova, porém, será preciso obter:
  • 90% de vacinação com duas doses ou dose única de adultos com mais de 18 anos;
  • 80% de vacinação com pelo menos uma dose de adolescentes entre 12 e 17 anos;
  • 80% de vacinação de idosos com a dose de reforço;
  • Todos os municípios da região têm que disponibilizar um local de testagem livre. 

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