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Morre MC Reaça, músico que fez canções durante campanha de Bolsonaro

Não foram divulgadas informações sobre a causa da morte

Publicado em 02/06/2019 às 13h32
MC Reaça foi responsável por jingles para apoiar a campanha presidencial de Jair Bolsonaro. Crédito: Reprodução
MC Reaça foi responsável por jingles para apoiar a campanha presidencial de Jair Bolsonaro. Crédito: Reprodução

Morreu neste sábado (1º) o músico MC Reaça, 26, que ganhou notoriedade na internet durante a última campanha presidencial, quando criou jingles apoiando Jair Bolsonaro.

A notícia foi informada nas redes sociais de Tales Volpi, seu nome verdadeiro.

"Venho aqui comunicar a partida de um herói. Tales Volpi, o grande MC Reaça", diz a publicação, acompanhada de uma foto do artista em uma manifestação.

"Ele queria mudar esse país, ele fez a sua parte com todo o talento, sabedoria e humildade. Aos amigos verdadeiros, quero pedir que orem por ele. Ele está nos braços do Pai. Um cara grande demais para um mundo tão pequeno."

Ainda segundo a postagem, o velório será às 12h deste domingo (2), em Indaiatuba, interior de São Paulo. Não foram divulgadas informações sobre a causa da morte.

Bolsonaro usou as redes sociais para lamentar a morte de MC Reaça. "Tales Volpi, conhecido como MC Reaça, nos deixou no dia de ontem. Tinha o sonho de mudar o país e apostou em meu nome por meio de seu grande talento", escreveu.

"Será lembrado pelo dom, pela humildade e por seu amor pelo Brasil. Que Deus o conforte juntamente com seus familiares e amigos."

As canções de MC Reaça geraram controvérsia na internet devido às letras que ofendiam diversos setores da população. Em "Proibidão Bolsonaro", por exemplo, cantava contra políticos como Jean Wyllys, Jandira Feghali, Luciana Genro e Ciro Gomes.

Chegou a dizer, na mesma música, que o educador Paulo Freire deveria ser mandado "para a estratosfera".

Em outro trecho, diz: "Dou pra CUT pão com mortadela e para as feministas, ração na tigela. As minas de direita são as top mais bela, enquanto as de esquerda têm mais pelo que cadela".

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