Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Movimentação de carga no Porto de Vitória tem aumento de 26% em maio
CARGAS

Movimentação de carga no Porto de Vitória tem aumento de 26% em maio

As cargas mais movimentadas foram de contêineres, carvão mineral e derivado de petróleo

Publicado em 28 de Junho de 2019 às 20:54

Publicado em 

28 jun 2019 às 20:54
Navio realiza manobra no Porto de Vitória Crédito: Roberto Pratti
O mês de maio registrou o maior índice de movimentação de cargas em 2019 nos terminais do Porto de Vitória. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 26,8%. As cargas mais movimentadas foram de contêineres, carvão mineral e derivado de petróleo.
Movimentação de carga no Porto de Vitória tem aumento de 26% em maio
As operações com granéis sólidos totalizaram 236.157 toneladas, um aumento de 72,3% referente ao mesmo mês do ano passado, quando foram movimentados 137.254 toneladas. A movimentação de carga solta também obteve crescimento com o resultado de 75.530 toneladas neste ano, representando 17% em comparação a maio de 2018.
As operações com contêineres movimentaram mais de 250 mil toneladas, atingindo uma variação de 15,9% no mesmo comparativo. O número de cargas de contêineres alcançou o melhor desempenho mensal de 2019.
EXPECTATIVA
O presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Espírito Santo, Roberto Garófalo, destacou que apesar do saldo positivo, a expectativa era de que as movimentações portuárias fossem ainda maiores, diante da previsão de que a economia reagiria de forma mais positiva, o que não está acontecendo. “Tínhamos uma expectativa de melhora, mas isso não se concretizou. Estamos vendo uma melhora, mas não a que era esperada”, disse.
Roberto destacou que outros fatores também dificultam a movimentação de cargas no Porto de Vitória, como o calado e a largura dos navios. Com isso, os navios vão primeiro para Santos e Rio de Janeiro, lá é feito o transbordo dos contêineres e depois eles vem para Vitória no serviço de cabotagem.
“Temos grandes navios de contêineres. Quando eles eram menores, vinham normalmente para Vitória. Agora, passou a não compensar para os armadores internacionais trazerem seus navios para cá. Não compensa. Eles levam as cargas deles para Santos ou Rio de Janeiro”, contou.
Mesmo com essas dificuldades, o número de navios atracados nos terminais públicos e arrendados cresceu no mês de maio. Foram 108 atracações, de acordo com o relatório de movimentação mensal divulgado nesta quinta-feira (27), pela Coordenação de Planejamento e Desenvolvimento (Coplad) da Codesa.
Os terminais públicos receberam mais da metade dos navios, totalizando 64 embarcações. A maior movimentação foi no Cais Comercial de Vitória, com 36 navios, seguido por TVV, com 26 embarcações e Capuaba, com 22 navios.
Já no ranking das cargas, o maior volume movimentado foi de contêineres com 251.247t, pelo TVV. O carvão mineral, considerado granel sólido, ficou em segundo lugar com 79.340t, por Capuaba e em terceiro, os derivados de petróleo - granel líquido – com 48.414, pelo Terminal de Paul. As outras cargas movimentadas em maio e que merecem registro foram: malte, adubo e fertilizante, concentrado de cobre, granito, soda cáustica, siderúrgicos e veículos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Cerca de 20 quilos de haxixe foram apreendidos pela Polícia Militar em Guarapari
Polícia apreende quase R$ 800 mil em drogas em condomínio em Guarapari
Imagem de destaque
Crea-ES recomenda interdição de rua após vistoria em obra cujas paredes balançaram
Imagem de destaque
Para que serve a erva-de-são-joão? 3 chás e os seus benefícios para a saúde

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados