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Para substituir Funchal

Guedes avalia nome de Esteves Colnago para secretaria do Tesouro

Ele é o atual chefe da assessoria especial de relações institucionais do Ministério da Economia e esteve à frente do Planejamento no governo Michel Temer

Publicado em 22 de Outubro de 2021 às 08:38

Agência FolhaPress

Publicado em 

22 out 2021 às 08:38
Esteves Colnago, do Ministério da Economia
Cotado para a secretaria do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago foi ministro do Planejamento no governo Michel Temer Crédito: Pedro França/Agência Senado
Após debandada de subordinados, o ministro Paulo Guedes (Economia) avalia indicar seu assessor especial Esteves Colnago para ocupar a vaga de secretário especial do Tesouro e Orçamento, no lugar de Bruno Funchal, que pediu demissão.
Colnago é o atual chefe da assessoria especial de relações institucionais da pasta. Ele é servidor de carreira do Banco Central e ex-ministro do Planejamento do governo Michel Temer.
Eventual escolha de Colnago tem respaldo de outros secretários da pasta. Auxiliares de Guedes defendem que o nome seja o indicado pelo ministro e que ele tenha autonomia para escolher o secretário do Tesouro.

DRIBLE NO TETO DE GASTOS

Na noite desta quinta-feira (21), houve uma debandada na equipe de Guedes, depois da oficialização de uma manobra para driblar a regra constitucional do teto de gastos. Quatro secretários da equipe econômica pediram demissão por discordarem das decisões.
O maior representante da área que controla o Orçamento do governo, abaixo de Guedes, é o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal. Ele e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt  - subordinado a Funchal -, pediram exoneração dos cargos.
Ministério da Economia afirmou que também deixarão os cargos a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.
A debandada ocorreu após semanas de escalada da pressão do Palácio do Planalto sobre a equipe econômica por mais recursos, e horas após a formalização de uma proposta do governo para driblar o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas federais.
A medida abre margem de ao menos R$ 83 bilhões no Orçamento em ano eleitoral, inclusive para turbinar emendas parlamentares, recursos direcionados pelos deputados e senadores para bases eleitorais.
Segundo a pasta, as solicitações de exoneração foram feitas de modo a permitir que haja um processo de transição e de continuidade. Eles continuarão no cargo até a nomeação dos substitutos, cujos nomes não foram divulgados.

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