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Governo reconhece economia fraca e já trabalha com PIB de 1,5%

Ministro Paulo Guedes repetiu que a reforma da Previdência é necessária para reverter o cenário de agravamento fiscal e o endividamento

Publicado em 14/05/2019 às 15h34
Paulo Guedes, ministro da Economia. Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil | Arquivo
Paulo Guedes, ministro da Economia. Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil | Arquivo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (14)  que a projeção de crescimento “já caiu para 1,5%” e que, com isso, “começam os planejamentos de contingenciamentos”. A projeção oficial do governo para o PIB ainda é de 2,2%, mas o governo já trabalhava com um número menor, entre 1,5% e 2%, em linha com as projeções de mercado.

Em audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO), na tarde desta terça-feira, Guedes disse que sempre olhou as estimativas de crescimento em torno de 2% “com ceticismo”. “Havia expectativa de que reformas tivessem rapidez e antecipavam forte recuperação econômica”, justificou.

O baixo crescimento do PIB pode levar a um bloqueio adicional de até R$ 10 bilhões na próxima revisão orçamentária.

“Brasil está prisioneiro da armadilha de baixo crescimento, não é de hoje. Nunca achei que a coisa seria fácil.” O ministro reforçou que a estimativa de crescimento das receitas é impactada pelo crescimento da economia e exemplificou que, se o Brasil crescer 1%, a receita vai crescer um pouco mais.

Guedes repetiu que a reforma da Previdência é necessária para reverter o cenário de agravamento fiscal e o endividamento. “Nossa ideia é interromper bola de neve do endividamento ano que vem. A economia pode se recuperar com certa rapidez se fizer reformas encomendadas”, concluiu.

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