ASSINE

Aposentadoria para policiais e bombeiros militares do ES vai mudar

Reforma da Previdência das Forças Armadas, que inclui PMs e bombeiros, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (04), e vai à sanção presidencial

Publicado em 04/12/2019 às 21h23
Policial Militar observa movimento em região de Vitória. Crédito:  Edson Chagas
Policial Militar observa movimento em região de Vitória. Crédito: Edson Chagas

Senado aprovou na noite desta quarta-feira (04) a reforma da Previdência das Forças Armadas. Com isso, o regime previdenciário dos policiais militares e bombeiros do Espírito Santo também vai mudar. Ao passarem para a inatividade, os militares receberão salário integral, não terão idade mínima obrigatória e vão pagar contribuição de 10,5%. 

A tramitação do projeto pelo Senado durou apenas 15 dias, sem a oposição dos parlamentares. O texto aprovado segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.  

A extensão do texto das Forças Armadas para os militares foi incluída na Câmara federal pelo deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP). A estimativa é que a União economize R$ 10,45 bilhões nos próximos dez anos considerando as novas regras de aposentadoria e as benesses concedidas a integrantes do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Este vídeo pode te interessar

Tecnicamente, os militares não se aposentam. Eles passam para a reserva remunerada e continuam à disposição das corporações, sendo definitivamente desligados apenas quando são reformados. Além de mudar as regras para esse caso, a reforma da Previdência dos militares inclui uma reestruturação da carreira e aumento da remuneração.

Com a inclusão, os PMs e bombeiros podem ter um alívio na contribuição que pagam à Previdência. Em vez dos 11% a 14% que os Estados cobram, passariam a contribuir com 10,5%. Já o tempo de serviço necessário para se aposentar passará de 30 anos para 35 anos.

VEJA O QUE MUDA PARA OS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES

A Gazeta integra o

Saiba mais
reforma da previdência

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.