Engana-se quem pensa que as pistas aceleradas do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, não têm vez para a sustentabilidade. Muito pelo contrário, há três anos, o espaço conta com uma parceria entre a Gerdau e o Grande Prêmio de São Paulo de F1, etapa brasileira da maior e mais popular competição automobilística mundial, em relação a estruturas de aço utilizadas no local. Entretanto, com a parceria, o circuito passou a contar com aço 100% reciclável da companhia em parte das estruturas.
Para marcar o feito, foi realizada uma cerimônia de inauguração, nesta quinta-feira (06/11), no Autódromo de Interlagos. O evento contou com a presença de Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, e de Alan Adler, CEO do Grande Prêmio de São Paulo.
As novas instalações feitas em aço Gerdau 100% reciclável contemplam áreas estratégicas do circuito, incluindo renovação da nova plataforma de bandeirada, instalada na linha de chegada da corrida, de novos suportes para os repetidores do sinal de largada e revitalização do pórtico do sinal de largada.
Com a ampliação do uso de elementos de aço no autódromo, a empresa reafirma o compromisso com a sustentabilidade e a inovação e contribui para a modernização do circuito que sedia a etapa brasileira da maior competição automobilística do mundo, nos dias 7, 8 e 9 de novembro.
“Após o sucesso da parceria com o Grande Prêmio de São Paulo nos últimos dois anos, a Gerdau está orgulhosa de retornar a esse evento tão icônico para a cultura e o esporte brasileiros. Estamos muito satisfeitos em levar, mais uma vez, o aço Gerdau 100% reciclável e de baixo carbono para um dos maiores eventos esportivos do mundo, oferecendo uma alternativa mais sustentável para a prova e deixando as novas estruturas de legado para a capital paulista", afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.
Para o CEO do GP São Paulo, Alan Adler, a parceria firmada é de propósitos. Ele explica que enquanto a Gerdau tem a sustentabilidade ambiental como um dos pilares de estratégia, o GP São Paulo tem compromisso com a preservação do meio ambiente e com a qualidade de vida das pessoas.
“Além disso, temos a tecnologia como elemento fundamental de nossos negócios. Por isso, acredito que o GP São Paulo e a Gerdau estarão juntos por muito tempo”, pontua.
A ação integra a parceria que, pelo terceiro ano consecutivo, une a Gerdau e o Grande Prêmio de São Paulo. Nos últimos anos, a companhia contribuiu com a modernização do autódromo, com a instalação de estruturas em todo o circuito, além dos mastros onde estão hasteadas as bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo e da cidade de São Paulo.
Para Pedro Torres, diretor global de Comunicação e Relações Institucionais da Gerdau, levar o aço Gerdau à linha de chegada da maior prova do automobilismo brasileiro é motivo de orgulho e uma forma de celebrar a conexão com a história e a emoção do brasileiro.
“O aço Gerdau estará ali, no ponto onde se celebram vitórias, onde o tempo para, e onde se constroem memórias que remetem a domingos históricos, à família reunida e à paixão pela velocidade. Estar presente neste espaço que guarda lembranças tão marcantes e conecta gerações é a maneira mais genuína de reforçar o vínculo da Gerdau com a sociedade”, completa Torres.
Gerdau
Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações.
- Mais de 1 milhão de pessoas, incluindo catadores e cooperativas envolvidas no processo de reciclagem da Gerdau.
- Cerca de 70% do aço da Gerdau é produzido a partir da reciclagem da sucata metálica.
- 10 milhões de toneladas por ano: a Gerdau é a maior recicladora da América Latina.
- Uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global de seu setor, de 1,92 t de CO₂e por tonelada de aço.