ASSINE
Árbitro capixaba com maior número de atuações nacionais e internacionais, especializado em gestão esportiva,e que atuou em dez finais do Campeonato Capixaba, além de partidas das séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro.

Néstor Pitana deu aula de arbitragem na final da Libertadores

Árbitros brasileiros, se assistiram ao jogo, aprenderam bastante com o juiz argentino que conduziu a partida de maneira perfeita

Publicado em 29/11/2021 às 02h30
Néstor Pitana conduziu o jogo com maestria e sua arbitragem não foi questionada por ninguém
Néstor Pitana conduziu o jogo com maestria e sua arbitragem não foi questionada por ninguém. Crédito: Paulo Souza/Divulgação

É muito bom quando termina um jogo de decisão de campeonato e ninguém discute ou questiona a arbitragem. Sinal que o título do Palmeiras ao vencer o Flamengo por 2 a 1 teve o resultado legitimado dentro de campo. O jogo da final da Libertadores teve, entre outras emoções, uma aula de arbitragem do argentino Néstor Pitana. Muito bom teria sido se a maioria dos árbitros brasileiros tivesse prestado bastante atenção em como se conduz uma partida de futebol com autoridade e com uma ótima técnica.

Pitana, que se encontra na sua melhor fase, aos 46 anos, apresentou muito boa colocação em campo, aliado a um bom preparo físico e não deu a mínima chance para alguns jogadores mais indisciplinados confrontarem suas marcações. Deixando o jogo correr, sem marcar muitas faltas, ele deu dinâmica à partida e não se escorou no VAR para tomar as decisões, exatamente como deve fazer um bom árbitro.

Há rumores de que foi a despedida dele dos gramados, o que seria uma pena. Mais um árbitro em plena forma que encerra a carreira no auge, mas se a despedida se confirmar, ele fechou a carreira com chave de ouro. Ponto para a arbitragem e parabéns ao Palmeiras, legítimo campeão da América do Sul. 

Este vídeo pode te interessar

VAR MARCOU PÊNALTI INEXISTENTE PARA O ATLÉTICO-MG

Enquanto isso, no Campeonato Brasileiro a arbitragem e o VAR continuam errando em uma dobradinha que definitivamente não deu certo. O árbitro baiano Marielson Alves marcou um pênalti inexistente após consultar o VAR e facilitou a vida do Atlético-MG na virada sobre o Fluminense, que até então vencia o jogo no Mineirão por 1 a 0. Em uma jogada pelo alto disputada por Diego Costa e Marlon na área tricolor, a bola tocou no ombro do defensor do Fluminense que, além disso, estava de costas na hora do toque. Uma falha inaceitável em uma partida decisiva para as duas equipes. O Galo, que não tem nada com isso, acabou virando o placar e vencendo o jogo por 2 a 1, e colocando as duas mãos na taça de campeão brasileiro de 2021. 

CONTRIBUIÇÃO À ARBITRAGEM BRASILEIRA

Ainda sobre a reformulação da arbitragem brasileira, tive a honra de ser convidado para participar da elaboração de um projeto visando esse aperfeiçoamento. Junto com outros ex- árbitros de muita capacidade e experiência pelos gramados do Brasil, representar a arbitragem capixaba no nível nacional mais uma vez, agora como gestor, nos enche de orgulho e responsabilidade.

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

A Gazeta integra o

Saiba mais

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.