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Árbitro capixaba com maior número de atuações nacionais e internacionais, especializado em gestão esportiva,e que atuou em dez finais do Campeonato Capixaba, além de partidas das séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro.

Futebol ou polo aquático? Juventude x Fluminense deveria ter sido adiado

Clubes sofreram com o péssimo estado do gramado do Estádio Alfredo Jaconi. Foi um absurdo manter o jogo em tais condições

Publicado em 06/06/2022 às 02h00
A bola não rolou na partida entre Juventude e Fluminense
A bola não rolou na partida entre Juventude e Fluminense. Crédito: Mailson Santana/Fluminense FC

Um absurdo. Isso expressa as condições do gramado do jogo entre Juventude e Fluminense, válido pela série A do Campeonato Brasileiro. Não se pode creditar a derrota do Tricolor Carioca por 1 a 0 a esse fator, não é disso que estamos tratando aqui, mas da realização de uma partida de futebol sem as menores condições de se efetivar um passe correto.

Faltou ao bom árbitro goiano Jefferson Moraes o bom senso ou a coragem de assumir a situação e adiar a partida pela justificativa de que não havia condições mínimas para a prática de futebol. Talvez o calendário apertado em ano de Copa do Mundo esteja pressionando para não atropelar a data e aí assistimos polo aquático no lugar de uma partida de futebol. Repito, absurdo.

RIGOR DESNECESSÁRIO

A parte chata e desnecessária da arbitragem na rodada ficou por conta do árbitro Leandro Vuaden na derrota do Flamengo para o lanterna Fortaleza por 2 a 1, ao ficar vigiando os milímetros se a bola estava dentro ou fora do quarto de círculo na cobrança do tiro de canto.

A regra 01 diz que as linhas fazem parte das áreas que demarcam, então se a bola está sobre a linha, está dentro da área, no caso do tiro de canto, dentro do quarto de círculo. O caso que se deve ter rigor é se uma falta for cometida em cima da linha da grande área. Porque aí se define se é pênalti ou não, mas ficar vigiando a posição da bola em tiro de canto é uma perda de tempo desnecessária.

HOMOFOBIA

No empate em 1 a 1 entre Avaí e São Paulo, o árbitro Anderson Daronco paralisou a partida no final do segundo tempo devido a cantos homofóbicos contra ele por parte da torcida do Avaí. Após a não marcação de um pênalti reclamado pelos jogadores do time catarinense, a torcida passou a gritar "gaúcho viado", referindo-se ao árbitro. Daronco relatou o fato na súmula e o time pode ser punido.

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

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