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Árbitro capixaba com maior número de atuações nacionais e internacionais, especializado em gestão esportiva,e que atuou em dez finais do Campeonato Capixaba, além de partidas das séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro.

Fifa estuda mudar o tempo da partida de futebol para 60 minutos

Tradicionais 90 minutos sairiam de cena para 60 minutos de jogo, mas com o cronômetro sendo parando sempre que o jogo for interrompido

Publicado em 04/07/2022 às 02h00
Em campo, o futebol capixaba continua muito mal
Fifa estuda algumas mudanças na regra do futebol. Crédito: Divulgação

A Fifa anunciou que está estudando uma série de mudanças nas regras do futebol. Eu confesso que não sou muito favorável a mudanças radicais e que interfiram nas configurações táticas das equipes como é o caso do impedimento, e o lateral passar a ser cobrado com os pés.

Contudo, há uma proposta que me agrada muito, reduzir o tempo de jogo de 90 para 60 minutos, mas parando o cronômetro sempre que o jogo parar, ou seja, serão 60 minutos efetivamente jogados. Assim não haveria espaço para a famosa "cera" dos jogadores. 

RECLAMAÇÃO FEZ EFEITO

A bronca dos dirigentes das federações, da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) e dos clubes em relação às escalas de árbitros começam a dar resultados. O chefe da Comissão Nacional de Arbitragem, Wilson Seneme, começou a mesclar as escalas com árbitros de estados que estavam até então esquecidos. Coincidência ou não, o desempenho melhorou e as polêmicas diminuíram muito. 

POLÊMICA EM JOGO DO NÁUTICO

Na semana passada, tivemos dois lances polêmicos envolvendo a equipe do Náutico. O primeiro foi a expulsão do goleiro Lucas Pierri, do time pernambucano, quando ele escorregou ao cobrar um tiro livre e tocou na bola com o joelho e, como havia um atacante do Tombense, Ciel, que iria chutar a bola para o gol, Lucas chutou a bola dando o segundo toque, o que a princípio é uma infração.

O árbitro, após ser chamado pelo VAR, marcou tiro livre indireto contra o Náutico e expulsou o goleiro por impedir uma oportunidade clara de gol. A polêmica toda está no fato de que a regra 8 diz que a bola entrará em jogo quando for chutada e se mover claramente, mas, ao escorregar e tocar com o joelho na bola, ele não a chutou.

Depois de muita reclamação, a equipe do Náutico aguardou o próximo jogo e, em protesto, o jogador Geuvânio deu a saída do jogo tocando a bola com o joelho e não chutando como a regra determina e, mais uma vez, o árbitro errou ao deixar o jogo seguir. Lances como esse são conhecidos como erro de direito, ou seja, de desconhecimento da regra, o que pode determinar a anulação de uma partida. O Náutico está recorrendo ao STJD.

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

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