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Curtas políticas

Piquet vai a Casagrande; um convite a Hartung e a mansão com foto de Do Val

Veja mais notas: o clima na Câmara de Vitória sobre o destino de Armandinho; os ataques da oposição à Secretaria Estadual da Mulher; cidade do ES cria Comenda Marielle Franco; deputado quer lei para proibir pintura em árvores

Publicado em 29 de Março de 2023 às 16:35

Públicado em 

29 mar 2023 às 16:35
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

Mansão à venda na Ilha do Frade, em Vitória, por R$ 10 milhões
Mansão à venda na Ilha do Frade, em Vitória, por R$ 10 milhões Crédito: Divulgação
Um tuíte com mais de cinco mil visualizações causou furor nas redes sociais ao insinuar que uma mansão à venda por quase R$ 10 milhões na Ilha do Frade, bairro nobre de Vitória, seria de propriedade do senador Marcos do Val (Podemos).
É que uma das suítes da casa, conforme imagem no anúncio de venda do imóvel, tinha na parede uma foto enorme de Do Val. Ou seja, ou o (ex) morador é muito fã do parlamentar capixaba ou trata-se do próprio senador.
Mas isso não quer dizer que ele seja o dono do imóvel.
A coluna entrou em contato com a imobiliária que publicou o anúncio. Um dos corretores informou, na manhã desta quarta-feira (29), que a mansão foi alugada por Do Val "um tempo atrás", "mas não é dele não".
Depois dessa conversa, a foto da suíte foi deletada do site. Era essa aqui: 
Suíte de mansão na Ilha do Frade, em Vitória, com foto de Marcos do Val
Suíte de mansão na Ilha do Frade, em Vitória, tem, ou tinha, foto do senador Marcos do Val na parede Crédito: Reprodução
A mansão tem 1,2 mil metros quadrados, cinco suítes, cinco vagas de garagem e fica localizada de frente para a praia. Quem dispuser de R$ 9.890.000,00 pode comprar.
O corretor não informou quanto custa, em média, o aluguel de uma residência como essa. Em outro site, há o anúncio de uma casa de mil metros quadrados, com quatro suítes, na llha do Frade.
O valor da locação é de R$ 30 mil, além de R$ 783,94 de IPTU. O valor do imposto municipal é seguido de uma observação: "(10 vezes)".
A coluna não pode afirmar, claro, que foi esse o valor cobrado de Marcos Do Val pelo aluguel da mansão que agora está à venda. 
A cifra foi inserida aqui apenas para se ter uma noção. Ele pode ter acordado com o proprietário ou com a imobiliária um preço mais em conta.
O salário bruto de um senador é de R$ 39,2 mil desde janeiro de 2023. Em 2018, Marcos Do Val declarou à Justiça Eleitoral possuir R$ 737.934,91 em bens.
Procurado, o parlamentar não deu retorno à coluna até a publicação deste texto.
Uma pessoa próxima ao senador confirmou à coluna que ele já morou em uma casa alugada na Ilha do Frade, mas saiu de lá há tempos e agora vive em um pequeno apartamento.
PIQUET VAI A CASAGRANDE
O presidente da Câmara de Vitória, Leandro Piquet (Republicanos), esteve com o governador Renato Casagrande (PSB) no Palácio Anchieta na terça-feira (28). Foi o primeiro encontro entre o presidente do Legislativo municipal e o chefe do Executivo estadual desde que Piquet assumiu a presidência.
Delegado da Polícia Civil, o vereador chegou a gravar um vídeo, em 2021, acusando o governo Casagrande de perseguição. Ele havia sido transferido da Delegacia da Praia do Canto, seu reduto eleitoral, para o plantão do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 
Essa movimentação, de acordo com Piquet, atrapalhava o exercício do mandato, por incompatibilidade de horários. O parlamentar é do Republicanos, partido do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. Nessa época, o prefeito fazia oposição a Casagrande.
Desde janeiro de 2023, quando foi eleito presidente da Câmara da capital do Espírito Santo, entretanto, Piquet tem se aproximado de integrantes da gestão estadual. Também já afirmou à coluna querer ser "uma ponte entre os Poderes".
O vereador pediu licença das funções na Polícia Civil para se dedicar exclusivamente ao Legislativo.
Ano que vem tem eleição municipal. Casagrande perguntou a Piquet, na conversa desta terça, se ele vai disputar a reeleição, ao que o parlamentar respondeu positivamente.
O republicano, contudo, é sondado ainda para outros postos, a depender de como vai estar o cenário em 2024.
Disputar a prefeitura mantendo-se filiado ao Republicanos é muito improvável, uma vez que o partido certamente vai lançar Pazolini à reeleição. Além disso, Piquet e o prefeito são aliados. Mas ocupar vaga numa chapa como vice, quem sabe?
ARMANDINHO FONTOURA E O CÓDIGO DE ÉTICA
Como a coluna mostrou, a Câmara de Vitória aprovou um inédito Código de Ética dias após ter recebido uma representação contra o vereador afastado e preso preventivamente Armandinho Fontoura (sem partido). O pedido é pela cassação do mandato do parlamentar.
O presidente da Casa, Leandro Piquet, em entrevista à coluna nesta quarta (29), afirmou, como o vereador André Moreira (PSOL) já havia pontuado, que a nova norma não pode ser usada para definir se Armandinho quebrou ou não o decoro e balizar uma eventual punição.
Essa análise deve ser feita à luz da regra anterior, que consta no Regimento Interno da Câmara de Vitória. O rito processual previsto no Código de Ética, porém, frisou Piquet, deve ser adotado para o caso de Armandinho. Isso vai acelerar a tramitação da representação.
O presidente foi questionado sobre o motivo de o Projeto de Resolução que criou o código, apresentado em agosto de 2022, ter sido pautado somente agora.
Ele lembrou que assumiu a chefia do Legislativo há pouco tempo e aguardou que os vereadores que passaram a integrar a Casa após o pleito de 2022 (Monjardim, no lugar de Gilvan da Federal; André Moreira, no lugar de Camila Valadão e Vinícius Simões, no lugar de Denninho Silva) se ambientassem e conhecessem as propostas em tramitação.
NAS MÃOS DO CORREGEDOR
O corregedor da Câmara, Leonardo Monjardim (Patriota), tinha a expectativa de receber a representação por quebra de decoro parlamentar ainda na terça. As 93 páginas com acusações contra Armandinho, de acordo com Piquet, na verdade, seriam enviadas ao corregedor nesta quarta, depois que a representação fosse lida em plenário. 
O CLIMA
Monjardim, seguindo o procedimento previsto no Código de Ética, para arquivar, de pronto, a representação, teria que apontar falta de legitimidade do autor; ausência de identificação do vereador imputado ou dos fatos; ou que os fatos narrados no documento são anteriores ao mandato.
Hoje, de acordo com vereadores consultados pela coluna, o clima na Câmara é favorável à instauração de um processo disciplinar contra Armandinho, mas não à cassação do mandato dele, que é a pena mais grave.
O Código de Ética elenca, entre as outras penalidades possíveis, sanções como advertência verbal, destituição de cargos administrativos ocupados pelo vereador e suspensão temporária do mandato.
COMO SE FOSSE O ÚLTIMO DIA
Armandinho Fontoura foi preso em 15 de dezembro de 2022 por ordem do Supremo Tribunal Federal e afastado do mandato pela Justiça Estadual em 1º de janeiro de 2023.
Outra decisão estadual mandou a Câmara dar posse ao suplente do vereador. Assim, Chico Hosken (Podemos) assumiu uma cadeira no Legislativo de Vitória.
O pedido para cassar o mandato de Armandinho não partiu dele e sim de um morador de Vitória que disputou as eleições de 2020 pelo PSB.
"Não ficamos pensando nisso, deixamos por conta da Justiça. Seguimos trabalhando acelerado e preparados para tudo. Orientei o gabinete a trabalhar sempre como se fosse o último dia", afirmou Hosken, à coluna.
COMENDA MARIELLE FRANCO
O prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), sancionou lei aprovada pela Câmara da cidade que cria a Comenda Marielle Franco, "a ser conferida em homenagem, em vida, às mulheres, em especial às mulheres negras, que se destacarem a luta contra a discriminação de gênero, pelos direitos humanos, pela justiça social e pelo combate à discriminação racial".
Marielle Franco foi assassinada em março de 2018 em pleno exercício do mandato como vereadora do Rio de Janeiro.
SECRETARIA DOS HOMENS 
A coluna não acompanhou a votação do projeto que se transformou na lei sobre a comenda na Serra, mas imagina como teria sido tal votação na Assembleia Legislativa.
A proposta de criação da Secretaria Estadual da Mulher, na terça, no Legislativo estadual, acirrou os ânimos. O projeto, enviado pelo governador Renato Casagrande, foi aprovado com folga, 18 votos contra cinco, mas rendeu debates bizarros.
O deputado Lucas Polese (PL), após se posicionar contra a criação da pasta sugerida pelo governo, apontando gastos desnecessários, defendeu uma secretaria para os homens.
O parlamentar argumentou que os homens são as principais vítimas de homicídio e a maioria das pessoas em situação de rua. Também se posicionou contra a idade de aposentadoria das mulheres, menor que a dos homens.
Esqueceu de mencionar que os feminicídios é que chamam a atenção e envergonham o Espírito Santo.
Às vezes ocorre o assassinato de um homem pela esposa/companheira ou pela ex. Mas as estatísticas mostram que, via de regra, são os homens que agridem ou matam mulheres apenas por elas serem mulheres, o que é diferente do homicídio, do qual mulheres também podem ser vítimas, numa disputa por controle de ponto de venda de drogas, por exemplo.
Estamos falando aqui das temíveis justificativas dos assassinos como: "Ele não aceitava o fim do relacionamento".
Mulheres em situação de rua correm mais riscos que os homens, inclusive de sofrerem violência sexual.
E a idade de aposentadoria das mulheres é menor devido à dupla jornada, uma vez que, além da atuação no mercado de trabalho, serviços domésticos e cuidados com familiares doentes, também via de regra, são assumidos apenas por elas.
O deputado Alcântaro Filho (Republicanos), por sua vez, disse que o feminismo "vem direto do inferno", sem informar o que entende como feminismo.
"Feminismo é a ideia radical de que mulheres são seres humanos", escreveu Cheris Kramarae, doutora e pesquisadora americana, em "Um Dicionário Feminista", livro publicado em 1986.
Alcântaro, curiosamente, votou a favor da criação da secretaria.
EM NOME DA FILHA
Callegari (PL) justificou, em plenário, o voto contrário à criação da Secretaria Estadual da Mulher por considerar a pasta apenas um "cabide de emprego": "Voto não a essa demagogia".
Uma preocupação externada pela oposição é que a pasta seja usada por aliados de Casagrande para promoção político-eleitoral. A titular da secretaria é a ex-vice-governadora Jacqueline Moraes (PSB).
Lucas Scaramussa (Podemos), ao votar a favor da criação da estrutura, tentou se explicar aos colegas de direita.
"Uma vez me disseram que um menino negro e pobre tem que ser esforçar dez vezes mais, tem que ser dez vezes melhor para conseguir a mesma oportunidade (que um branco) na vida. Com as mulheres, é a mesma coisa", discursou o deputado.
"Tenho uma filha. Não quero que ela tenha que ser dez vezes melhor que um homem para ter acesso a uma oportunidade. O orçamento (da secretaria) não é tão grande assim, não, eu olhei. O dia que a gente tiver isonomia entre homens e mulheres a gente tira essa secretaria", complementou Scaramussa.
O Podemos integra a base de apoio ao governador.
O PT de João Coser, também. Ele votou a favor e defendeu o projeto, mas afirmou, em plenário, que pode ser que a pasta tenha sido criada "para beneficiar alguém": 
"Vivemos numa sociedade machista. Não é que a secretaria vai resolver todos os problemas, mas é um esforço do governo. Estamos vendo o nível de violência, feminicídio... Pode ser que haja interesse de beneficiar alguém, mas o debate sobre política para as mulheres é importante e é importante que os homens participem".
"Vemos muitos deputados que se dizem aliados ou defensores das mulheres, mas, na hora de garantir uma instância específica que dialogue com as mulheres para articular políticas públicas, eles se colocam contrários", criticou Camila Valadão (PSOL). 
"Quem sabe a partir de uma secretaria como essa na próxima legislatura não seremos 15 deputadas (do total de 30 parlamentares)? É isso que os meus colegas mais temem", provocou. 
O PLACAR
Painel eletrônico da Assembleia Legislativa mostra resultado da votação do projeto que criou a Secretaria Estadual da Mulher
Painel eletrônico da Assembleia Legislativa mostra resultado da votação do Projeto de Lei Complementar que criou a Secretaria Estadual da Mulher Crédito: Divulgação
Votaram a favor da criação da Secretaria Estadual da Mulher: Adilson Espíndula (PDT); Alcântaro Filho (Republicanos); Alexandre Xambinho (PSC); Allan Ferreira (Podemos); Bispo Alves (Republicanos); Camila Valadão (PSOL); Dary Pagung (PSB); Denninho Silva (União Brasil); Dr. Bruno Resende (União Brasil); José Esmeraldo (PDT); João Coser (PT); Lucas Scaramussa (Podemos); Mazinho dos Anjos (PSDB); Raquel Lessa (PP); Theodorico Ferraço (PP); Tyago Hoffmann (PSB); Vandinho Leite (PSDB) e Zé Preto (PL).
Votaram contra a criação da Secretaria Estadual da Mulher: Callegari (PL); Capitão Assumção (PL); Danilo Bahiense (PL); Lucas Polese (PL) e Coronel Weliton (PTB).
O presidente da Assembleia, Marcelo Santos (Podemos), absteve-se. O líder da Casa vota somente em caso de empate.
MENEGUELLI CONTRA PINTURA EM ÁRVORES
Por falar na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Sérgio Meneguelli (Republicanos) apresentou o Projeto de Lei nº 264/2023, que proíbe "caiar, pintar e pichar troncos e galhos de toda e qualquer árvore em vias públicas do Estado do Espírito Santo, seja qual for o fim".
A coluna achou a proposta curiosa. Afinal, a última iniciativa de Meneguelli que ganhou destaque foi a realização de uma sessão solene na Assembleia Legislativa, em Vitória, para comemorar os 70 anos do Colégio Marista de Colatina.
Na justificativa do projeto sobre as árvores, o deputado aponta que "no passado, acreditava-se que a tinta e o cal protegiam as árvores contra ataques de formigas, fungos e cupins. Tais técnicas hoje não são mais recomendadas, pelo fato de que algumas espécies não respiram somente pelas folhas e possuem nos troncos estruturas chamadas 'lenticelas' que servem para trocas gasosas que auxiliam no funcionamento da planta".
Então tá. Quero o melhor para as árvores.
HARTUNG DE VOLTA AO MDB?
A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, registrou, nesta quarta-feira (29), que o ex-governador Paulo Hartung foi convidado a voltar ao MDB "para ajudar a reorganizar o partido de olho nas eleições municipais".
Ele saiu do partido em 2018, mesmo ano em que anunciou que não concorreria à reeleição pelo comando do Palácio Anchieta. O ex-governador já afirmou e repetiu que não pretende mais disputar eleições. Isso não significa se afastar da política.
Quem preside o MDB no Espírito Santo é a ex-senadora Rose de Freitas, derrotada por Magno Malta (PL) em 2022.
Rose, outro quadro histórico do partido, não é próxima de Hartung.
Questionada por esta colunista sobre quem teria feito o convite ao ex-governador, ela informou que estava em uma agência bancária e não poderia falar muito. "Mas não tenho conhecimento sobre essa notícia (o convite feito a Hartung)", ressaltou.
Paulo Hartung também foi procurado, mas não deu retorno até a publicação deste texto. De acordo com a publicação da Folha de S. Paulo, "segundo interlocutores, o capixaba pareceu animado com a proposta".
O MDB estadual, após a desfiliação do ex-governador, ficou em frangalhos. Já tratamos, neste espaço, do triste fim da sigla que, num passado recente, chegou a ter o governador, sete deputados estaduais e um federal.
Restava apenas Rose no Senado, que não conseguiu se reeleger, mesmo com o apoio do governador Renato Casagrande. O MDB não emplacou nem vereador em Vitória em 2020.
E, após o pleito de 2022, não tem representante na Assembleia Legislativa e na bancada federal capixaba.
O partido no estado passou por brigas internas intermináveis. Rose de Freitas foi escolhida, em 2021, pela direção nacional para presidir o órgão provisório estadual, acalmar os ânimos e reorganizar a legenda.
Ainda não foi realizada a convenção estadual para eleger o diretório. A direção nacional prorrogou recentemente a presidência de Rose de Freitas até junho de 2023.

Atualização

30/03/2023 - 12:18
As fotos da parte externa da casa e da suíte com o quadro de Marcos do Val foram editadas após a publicação desta coluna para retirar a logo da empresa que anunciou o imóvel à venda. A edição foi feita a pedido do proprietário da empresa. A coluna concordou com a solicitação, uma vez que a corretora nem era citada nominalmente no texto. A logo foi exibida, originalmente, apenas para dar crédito às fotos. As informações contidas na coluna seguem inalteradas.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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