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Comissão provisória

Rose de Freitas assume o MDB e diz que quer fortalecer o partido no ES

Senadora toma posse na próxima segunda-feira (15) e tem a missão de reestruturar a legenda que, nos últimos anos, vive turbulências internas e debandada de lideranças

Publicado em 12 de Março de 2021 às 18:01

Iara Diniz

Publicado em 

12 mar 2021 às 18:01
Rose de Freitas, senadora do ES pelo MDB. Rose ja foi deputada estadual e federal.
Rose de Freitas, senadora do ES pelo MDB, também já foi deputada estadual e federal Crédito: Senado Federal/Divulgação
Após viver turbulências internas e ficar mais de um ano sob intervenção da Executiva nacional,  o MDB no Espírito Santo vai ser presidido pela senadora Rose de Freitas (MDB). De volta ao partido, depois de ficar dois anos no Podemos, Rose assume a presidência da comissão provisória na próxima segunda-feira (15) com o objetivo de reestruturar a sigla no Estado. 
Ao lado de Rose vão estar outros oito membros. Os nomes foram escolhidos pela senadora e incluem o deputado estadual Doutor Hércules (MDB), que assume como secretário do partido, Luzia Toledo, como tesoureira, além do ex-deputado federal Lelo Coimbra, que presidiu a legenda por anos no Estado.
O novo comando vem em um momento no qual o MDB se encontra enfraquecido no Estado. Desde 2018, o partido tem perdido lideranças. A Assembleia Legislativa, que já chegou a ter sete representantes na bancada, conta atualmente com apenas um deputado: Doutor Hércules. 
Já nas prefeituras, o MDB viu uma debandada de prefeitos e conseguiu eleger apenas oito chefes do Executivo. Em 2016, o MDB estava à frente de 17 das 78 cidades.
Hoje, Rose é a única parlamentar do partido em Brasília, mas aumentar os quadros partidários está nos planos da senadora. 
"O MDB tem uma história que precisa ser resgatada. É um partido que já teve um governador no Espírito Santo"
Rose de Freitas - Senadora e presidente da comissão provisória do MDB 
O prazo de trabalho da comissão é de 90 dias, podendo ser renovado. Segundo Rose, porém, este não é o objetivo. A ideia é se reunir com os diretórios e, assim que possível, realizar eleições internas. 
"As brigas dentro do MDB fizeram pessoas saírem do partido. Mas eu não tenho o menor interesse nessa briga, eu vim para pacificar. O meu objetivo aqui é trazer de volta a força política que a sigla sempre teve. As pessoas não perderam o interesse no MDB, mas elas precisam ver o partido reestruturado", pontuou. 

BRIGAS INTERNAS E ELEIÇÕES CANCELADAS

Com saída do ex-governador Paulo Hartung (sem partido) do MDB, em 2018, o partido se rachou em dois blocos, um liderado pelo ex-deputado federal Lelo Coimbra e outro liderado pelo também ex-deputado federal Marcelino Fraga e o deputado estadual José Esmeraldo, que foram expulsos da sigla no último mês.
Lelo e Marcelino disputaram a liderança estadual da sigla em 2019, mas a eleição interna foi parar na Justiça e o diretório estadual esteve sob intervenção da Executiva nacional de março até novembro do ano passado. O interventor era o prefeito de Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense, Washington Reis (MDB-RJ).
Na prática, quem liderou o partido no processo eleitoral de 2020 foi o ex-presidente do diretório estadual Lelo Coimbra. É ele, também, quem vinha conduzindo a estratégia do partido para 2022 e presidindo provisoriamente o MDB no Estado, após o fim da intervenção nacional. Agora, com Rose, é ela quem vai conduzir o diretório estadual até a próxima eleição, que ainda não tem data para acontecer.

MUDANÇA TAMBÉM NO PCdoB

O diretor-geral do Detran-ES, Givaldo Vieira, vai deixar a presidência do PCdoB no Estado. Ele vai ser substituído, ainda este mês, pelo ex-prefeito de Baixo Guandu e atual secretário de Governo da Serra, Neto Barros.
Apesar de Givaldo não afirmar categoricamente que vai mudar de partido, ventila-se a possibilidade dele se filiar ao PSB, do governador Renato Casagrande. O convite, inclusive, já teria sido feito. "Estou avaliando deixar o partido, mas vou ouvir o governador e a própria direção do PCdoB", declarou. 

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