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Assembleia Legislativa

Disputa por vaga de conselheiro do TCES chega à reta final e há um favorito

Deputados estaduais vão escolher quem vai ficar com cadeira no Tribunal de Contas. Aliado do governador Renato Casagrande (PSB)  já coletou assinaturas de apoio

Públicado em 

26 fev 2024 às 14:12
Letícia Gonçalves

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Letícia Gonçalves

TCES
Tribunal de Contas do Espírito Santo, em Vitória, é composto por sete conselheiros Crédito: Carlos Alberto Silva
A corrida por uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCES) está na reta final. O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (Podemos), já afirmou que pretende encerrar o assunto ainda em fevereiro. Logo, falta pouco. A coluna apurou que, nesta segunda-feira (26), alguns conselheiros da Corte estiveram no Palácio Anchieta.
Embora caiba aos deputados estaduais eleger quem vai ficar com a cadeira deixada pela aposentadoria de Sérgio Borges, o governo estadual, que tem o apoio da maioria dos parlamentares, exerce muita ifluência na escolha.
Não à toa, o favorito para integrar o TCES é o secretário da Casa Civil de Renato Casagrande (PSB), Davi Diniz. Houve um movimento para emplacar um deputado na vaga e o próprio Marcelo Santos era a aposta de alguns colegas, mas ele já descartou a ideia.
Assim, Diniz consolidou-se. De acordo com um governista, o secretário coletou assinaturas entre os parlamentares e a maioria aderiu à candidatura dele.
Espera-se que o presidente da Assembleia abra o prazo de inscrição nos próximos dias ou ainda nesta segunda.
Davi Diniz é o nome dos governistas, mas a oposição, minoritária, também pode inscrever alguém.
A votação é secreta.
O Tribunal de Contas do Espírito Santo é composto por sete conselheiros. Três deles são escolhidos pelo governador, com aprovação da Assembleia, e quatro são definidos pela Casa legislativa.
O escolhido pela Assembleia pode ou não ser um deputado estadual. Atualmente, dois dos sete conselheiros são ex-parlamentares: Rodrigo Coelho e Rodrigo Chamoun.
A última vez que o Legislativo elegeu alguém para o Tribunal foi em 2019. O escolhido foi Luiz Carlos Ciciliotti, ex-secretário da Casa Civil e, na época, presidente estadual do PSB, partido do governador.
Se Davi Diniz levar a vaga em 2024, que é o que vai ocorrer, ao que tudo indica, Casagrande vai, de novo, emplacar um aliado de primeira hora na Corte de contas. Diniz não tem filiação partidária, mas já foi filiado ao Cidadania (antigo PPS).
O salário de um conselheiro é igual ao de um desembargador do Tribunal de Justiça (TJES), R$ 37.589,96 brutos. Quem ficar com a cadeira vai poder desempenhar, até completar 75 anos, quando a aposentadoria é obrigatória, funções como votar e relatar processos referentes a gastos públicos em municípios e no estado.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no Gazeta Online/ CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, onde exerce a função de editora-adjunta desde 2020.

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