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Leonel Ximenes

Réveillon do open bar no Convento: saiba quem mandou cancelar a festa

Festa seria realizada na noite de 31 de dezembro, no Campinho, com bebida e comida à vontade e apresentação de DJs

Públicado em 

29 nov 2023 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Terço iluminado
Terço iluminado no Convento da Penha Crédito: Carlos Alberto Silva
Foi a mais de 900 quilômetros de distância do Convento da Penha que foi dada a ordem para que o frei Djalmo Fuck, guardião do templo da padroeira do Espírito Santo, cancelasse o festão de fim de ano, com open bar, comida à vontade e DJ, no Campinho.
O réveillon com ingressos no valor de até R$ 800, por pessoa, não agradou ao comando da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, cuja sede é em São Paulo, e à qual as comunidades franciscanas do ES estão subordinadas.
Mais precisamente, a decisão pelo cancelamento da festança, divulgada na semana passada, com a anuência da Arquidiocese de Vitória, foi de responsabilidade do chamado Definitório da Província Franciscana, que, por coincidência, é dirigida pelo frei Paulo Roberto Pereira, antecessor de Fuck como guardião do Convento.
Chamado de ministro provincial e eleito no final de 2020, frei Paulo Roberto é auxiliado no governo da província por um vigário provincial e seis definidores, todos frades franciscanos menores. Foi esse colegiado que decidiu pelo cancelamento da festa da noite do dia 31 de dezembro no Campinho.
A Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil tem jurisdição sobre os franciscanos nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina e também pelas missões da ordem da Igreja Católica em Angola, na África.
Frei Djalmo Fuck
Frei Djalmo Fuck, guardião do Convento da Penha Crédito: Carlos Alberto Silva
Além do Convento da Penha, no Espírito Santo os franciscanos (frades menores) estão presentes no Santuário Divino Espírito Santo, no Centro de Vila Velha, e na Paróquia Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, em Colatina.

PARA O PÚBLICO EXTERNO

Para a sociedade, a comissão organizadora do réveillon no Convento da Penha divulgou, na semana passada, uma nota oficial apontando outros motivos para o cancelamento da festança.
“Assim que o evento foi anunciado na imprensa, houve uma demanda muito grande diante da quantidade de ingressos inicialmente previstos e colocados à disposição dos participantes sendo que não conseguiríamos propiciar a devida recepção a todos os presentes. Agravado ainda com a instabilidade climática, muito comum neste período”, diz trecho da nota.
Ou seja, o motivo alegado foi “excesso de demanda” pela noitada e “clima instável”.
Clima, realmente, não tinha mesmo. Afinal, o vendaval gerado pelo anúncio da megafesta na ermida sagrada para os capixabas chegou a sacudir as pilastras dos claustros franciscanos na capital paulista.
Mas ainda bem que a calmaria está de volta.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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