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Leonel Ximenes

Quem denunciar corrupção no governo do Estado terá proteção

Pacote de medidas que será anunciado pelo governo inclui até proteção policial ao denunciante, se for preciso

Públicado em 

06 dez 2021 às 02:09
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

Entre as medidas de proteção estabelecidas, está a preservação da identidade do autor da denúncia
Entre as medidas de proteção estabelecidas, está a preservação da identidade do autor da denúncia Crédito: Divulgação
O Estado vai lançar, na próxima quinta-feira (9), um conjunto de medidas para proteger o cidadão que denuncia atos de corrupção no âmbito da administração direta e indireta, fundações e autarquias do governo estadual.
Entre as medidas de proteção estabelecidas, estão a preservação da identidade do autor da denúncia, a proteção contra retaliações no trabalho, como demissão arbitrária, e até a alteração de identidade e colocação do denunciante sob proteção provisória de órgão de segurança pública.
As garantias serão lançadas, pelo governador Renato Casagrande (PSB), exatamente na data em que é comemorado o Dia Internacional de Combate à Corrupção.
A regulamentação do Decreto de Proteção ao Reportante de Corrupção, elaborado pela Secretaria de Controle e Transparência (Secont), designa a Ouvidoria-Geral do Estado como o canal para recebimento das denúncias.
O serviço específico para denúncias de corrupção foi criado há cerca de um ano. O Disque ES sem Corrupção é uma linha direta com garantia do sigilo e atendimento realizado por um auditor do Estado, capacitado para dar a melhor destinação para a apuração da denúncia.
Mas, atenção: para evitar o uso indevido do recurso à denúncia, o decreto do governo do Estado também prevê punição para o denunciante de má-fé.
O secretário Edmar Camata (Secont) observa que, para sugerir a proteção ao denunciante de corrupção, foram avaliadas as melhores práticas globais, com apoio no estudo “Novas Medidas Contra a Corrupção” da Transparência Internacional Brasil, que estará presente no lançamento.
O decreto regulamenta a cobertura do Programa de Apoio e Proteção às Testemunhas (Provita) aos reportantes de ilegalidades envolvendo recursos públicos. “Proteger o cidadão que denuncia uma irregularidade é a maior prova que a alta gestão pode dar, de que não compactua com desvios”, destaca Camata.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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