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Leonel Ximenes

Protegido com máscara, padre leva o Santíssimo pelas ruas de Marilândia

Sacerdote e auxiliares colocaram máscaras e usaram álcool em gel para levar a Eucaristia em carro aberto

Públicado em 

26 mar 2020 às 19:44
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Protegidos com máscaras, padre  Ilauzir e acompanhantes conduzem o Santíssimo no carro
Protegidos com máscaras, padre Ilauzir e acompanhantes conduzem o Santíssimo no carro Crédito: Paróquia de Marilândia
A transmissão das missas Facebook, por causa da pandemia do coronavírus, não foram suficientes. Era preciso algo mais para deixar Deus mais próximo dos fiéis da comunidade católica de Marilândia, no Norte do Estado. Movidos por esse sentimento, os padres Neil (pároco) e Ilauzir (vigário paroquial) resolveram levar o Santíssimo pelas ruas da cidade na tarde de ontem.
“Pensamos nos idosos, doentes e famílias que estavam privadas da Eucaristia, diária e semanal”, explica o padre Ilauzir para justificar o ato litúrgico. “Saí com o Santíssimo Sacramento para satisfazer o desejo do povo e ao mesmo tempo mostrar que a Igreja está com todos e em profunda oração, e que todos nós estamos nesta barca.”
Segundo o vigário paroquial, a reação da comunidade foi calorosa: “Foi linda e de arrepiar. Saímos para percorrer apenas algumas ruas... O povo nos prédios, casas, ruas, batendo palmas, se ajoelhando nas calçadas, fazendo sobre si o sinal da cruz e colocando toalhas e lençóis brancos nas janelas e varandas. Foi uma demonstração de fé de todos, inclusive dos não católicos, que batiam palmas... Foi de arrepiar”, conta a padre.
Com máscaras e álcool em gel à mão, o sacerdote percorreu as ruas da sede do município conduzindo o Santíssimo na carroceria de uma pequena caminhonete. Estava acompanhado de seis pessoas, incluindo dois ministros da Eucaristia.
Padre Ilauzir, que foi autorizado pelo bispo de Colatina, dom Joaquim Wladimir Lopes, a levar o Jesus eucarístico pelas ruas de Marilândia, adianta que repetirá o ato litúrgico em outras ocasiões, sempre tomando cuidados com a higiene. “A primeira providência é celebrar a missa com o menor número de pessoas, com um microfone para cada leitor e animador. Antes de iniciar e depois das ações litúrgicas, passamos álcool em gel nas mãos.”

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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