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Assembleia Legislativa aprovou oficialmente nesta semana, mas desde o final do mês passado o Espírito Santo tem uma nota rota turística. Com 30,5 quilômetros de extensão, o circuito turístico começa no km 72 (São Paulo do Aracê) da rodovia estadual ES-164, em
Domingos Martins. Em seguida, passa por
Venda Nova do Imigrante e é finalizada no Parque Estadual de Forno Grande, em
Castelo.
Com a criação da rota, os empresários da região têm a expectativa de que as prefeituras e o governo do Estado façam a pavimentação dos 19 quilômetros que faltam para complementar os 30,5 quilômetros totais que conectam os mais de 50 empreendimentos do trajeto. Além de contribuir para o
turismo, a pavimentação deve auxiliar no escoamento de produtos agrícolas da região.
“É um roteiro que convida visitantes, turistas e a população de modo geral a conhecerem o melhor da natureza dos três municípios das montanhas capixabas, objetivando integrar as propriedades rurais, agroindústrias, empreendimentos e as belezas naturais”, explica o
deputado estadual Fabrício Gandini (Cidadania), autor do projeto de lei que criou a nova rota turística.
A criação da Rota Azul foi uma iniciativa de empresários e empreendedores da região, que desde 2019 discutiam a importância desse novo roteiro para a economia e o turismo dos três municípios abrangidos pelo caminho.
“A Rota Azul é um movimento particular de alguns empreendimentos que se iniciou em 2019, de forma voluntária e uma vontade extrema de tornar
Pedra Azul, Alto Caxixe, Braço do Sul e Forno Grande como importantes destinos turísticos. Nos unimos, criamos um grupo, muitas conversas, muitas ideias, um forte desejo de organização e fazer acontecer, visando obter o olhar do poder público para a necessidade de infraestrutura, divulgação, telefonia, internet e estradas”, diz texto da página oficial da Rota Azul no Instagram.
Infraestrutura, divulgação, telefonia, internet e estradas: a palavra está com o
governo do Estado. Será que agora vai?