Ricas destacou que Estados como Roraima, Minas Gerais, Ceará e Mato Grosso já dispõem da força-tarefa, e que este é um projeto nacional do
Ministério da Justiça e da Segurança Pública. “Também há esforços para criar a força-tarefa em mais 10 estados”, adiantou.
O imóvel para abrigar a união das forças de segurança, que já conta com o apoio das Guardas Municipais de Vitória e de Vila Velha bem como da PRF, será o prédio do DNIT, localizado entre Bento Ferreira e Jesus de Nazareth, na Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, em Vitória, que fica bem próximo da
Secretaria de Estado da Segurança Pública e da prefeitura da Capital.
Ricas explicou que já está em curso uma licitação para poder reformar o imóvel. Enquanto isso, a força-tarefa começará os seus trabalhos na sede da Superintendência da PF, em Vila Velha, na próxima semana. Os recursos para a formação do prédio do DNIT, em torno de R$ 300 mil, já estão garantidos, segundo o delegado federal.
“Vamos trabalhar a investigação desde o princípio. A gente vai analisar todo o patrimônio da organização criminosa e descapitalizá-los”, explicou Ricas, a respeito do diferencial da força-tarefa.
O superintendente avaliou que, no Brasil, as forças de segurança têm como pontos fracos o baixo efetivo e a falta de compartilhamento de informações. E sem fazer críticas públicas, principalmente pela não adesão das
Polícias Civil e
Militar do Espírito Santo, ele disse que não há nada a perder com a chegada de mais agentes.