O procurador do Estado de Pernambuco (a terra do frevo), que fez carreira em vários cargos importantes no governo do Espírito Santo, enfrenta mais uma vez uma grande crise.
Nesse cargo, é exatamente ele que tem que prestar contas sobre a inédita e misteriosa fuga de dois bandidos, integrantes de uma organização criminosa, da penitenciária de segurança máxima de Mossoró (RN).
Há sete anos, mais de 200 homicídios aconteceram, e a situação da segurança pública ficou tão caótica que foi necessário auxílio da Força Nacional, do Exército e dos Fuzileiros Navais para que houvesse patrulhamento e freio aos avanços de criminosos que se aproveitavam da ausência dos policiais nas ruas.
Naqueles dias de tensão e medo, Garcia foi um dos atores mais exigidos e esteve na linha de frente da complicadíssima negociação, com idas e vindas, para o término do movimento ilegal.
A greve já é passado, apesar das marcas que deixou no ES e no país. Agora a missão de André Garcia é torcer para que os dois criminosos sejam recapturados rapidamente. Se não, o segundo mês do ano vai ser longo demais para o doutor.
Apenas para constar: fevereiro tem um dia a mais em 2024.