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Leonel Ximenes

As novas tecnologias de segurança contra fraudes em concursos

No Espírito Santo, instituto especializado tem adotado algumas soluções como a prova nominal variada, que gera um caderno exclusivo para cada candidato, com ordem diferente de questões e alternativas

Públicado em 

12 abr 2026 às 03:15
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Prova de concurso público
Prova de concurso público Crédito: Freepik
Investigações recentes e reportagens exibidas pelo programa Fantástico da TV Globo trouxeram novamente à tona esquemas de fraude em concursos públicos no Brasil. As apurações apontam a atuação de grupos organizados que utilizam pontos eletrônicos, envio de gabaritos durante as provas e até candidatos substitutos. Entre os casos citados estão suspeitas relacionadas ao Concurso Nacional Unificado e investigações envolvendo concursos estaduais, como o da Polícia Militar de Alagoas.
Diante desse cenário, organizadores de concursos têm adotado novas tecnologias para aumentar a segurança dos processos seletivos. Nos concursos recentes da Polícia Penal do Espírito Santo e do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), que devem contratar cerca de 1.600 profissionais, foram aplicadas ferramentas tecnológicas voltadas à prevenção de fraudes.
Segundo o diretor-geral da Polícia Penal, José Franco de Morais Junior, a preocupação com a segurança foi central na condução do próprio certame da corporação: “No concurso da Polícia Penal, buscamos adotar tecnologias mais avançadas justamente porque sabemos que as tentativas de fraude estão cada vez mais sofisticadas. Precisamos estar sempre à frente para garantir a lisura do processo”.

NO ESPÍRITO SANTO

No Espírito Santo, um instituto especializado tem adotado algumas soluções como a prova nominal variada, que gera um caderno exclusivo para cada candidato, com ordem diferente de questões e alternativas, reduzindo a possibilidade de comunicação de respostas.
O modelo é complementado por outras tecnologias, como reconhecimento facial na identificação, uso de sistemas de detecção e rastreamento de sinais de rádio - capazes de localizar dispositivos eletrônicos clandestinos - e processos de criptografia na elaboração das provas, aliados a rígido controle logístico e armazenamento seguro.
Para especialistas e gestores públicos, o uso combinado de tecnologia, controle logístico e inteligência de dados tem se tornado essencial para garantir a lisura e a credibilidade desses processos seletivos.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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