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Leonel Ximenes

Antigos desafetos políticos, deputados "do alto clero" retomam relação no ES

Relação política ficou estremecida por causa da disputa pelo comando da Assembleia em anos anteriores

Publicado em 05 de Maio de 2023 às 13:22

Públicado em 

05 mai 2023 às 13:22
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

O avatar de Ferração aplaudindo o vídeo de Marcelo Santos no Instagram
O avatar de Ferração aplaudindo o vídeo de Marcelo Santos no Instagram Crédito: Reprodução do Instagrem
Um aplauso, ainda que virtual, parece ser o sinal mais eloquente da retomada da relação política do deputado Marcelo Santos (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, com Theodorico Ferraço (PP), ex-presidente da Ales e parlamentar mais antigo da Casa.
O processo de distensão começou na manhã desta sexta-feira (5), quando Marcelo, em um vídeo postado em suas redes sociais, disse que estava visitando Cachoeiro, que, além do rei Roberto Carlos, também é terra de outras personalidades. Ele cita Theodorico Ferraço, seu antigo desafeto, além de outras pessoas.
Ferração parece que curtiu a lembrança de Marcelo Santos. Em seus stories no Instagram, publicou o vídeo do antigo rival e ainda um avatar aplaudindo o atual presidente da Assembleia.
“Não tenho nada de pessoal com o Marcelo, o problema era político”, resume Ferraço, que elogia a atitude do ex-rival: “Agradeço a gentileza, fiquei muito feliz com menção ao meu nome. Sou um homem de paz e amor; de guerra, já basta a da Rússia com a Ucrânia”, compara.
Os ânimos entre os dois deputados começaram a ficar estremecidos, principalmente, durante o processo de sucessão para a presidência da Assembleia, em 2017, quando Marcelo Santos apoiou a candidatura do então deputado Erick Musso para o comando da Casa. Ferraço, que também almejava continuar na presidência, ficou insatisfeito com essa articulação e Erick acabou eleito. 
Em 2019, quando Musso foi reeleito presidente, Ferraço nem compareceu à sessão para votar na nova mesa diretora da Casa. De lá pra cá, o distanciamento político entre as duas lideranças era visível.  Agora, só falta o cafezinho. E, se possível, que um pague a conta do outro.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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