O mercado de bicicletas elétricas tem apresentado um crescimento expressivo no Brasil. De acordo com o Boletim Técnico 2024 da
Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), o volume de importação e produção dessas bikes aumentou 12% em 2023, totalizando 50.004 novas unidades com pedal assistido no país. Desde 2016, a estimativa é de que cerca de 230 mil bicicletas elétricas estejam em circulação. Além das bikes, as motos elétricas também têm ganhado espaço, oferecendo uma alternativa sustentável e econômica para o transporte urbano. Em alta, diversos modelos podem ser encontrados no mercado, mas vale ponderar fatores como autonomia, potência, design e principalmente, custo-benefício. Confira o guia:
Por outro lado, quando um veículo não atende a esses requerimentos e salvo casos específicos, é considerado um ciclomotor. Eles podem chegar até 50 km/h e 4kW de potência, de maneira que exigem CNH e são veículos mais potentes, com baterias de maior capacidade , sendo uma alternativa direta às motos a combustão. Já a moto elétrica pode se referir tanto a motocicleta quanto a scooter que utiliza um motor elétrico no lugar do combustível.
No Brasil, a necessidade de habilitação para bicicletas elétricas depende do tipo de modelo. As bikes com pedal assistido (sem acelerador) não exigem CNH, desde que atendam aos critérios do Contran, como limite de velocidade de 25 km/h e ausência de acelerador. Já as motos elétricas são equiparadas a ciclomotores, exigindo a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) ou CNH na categoria A.
O preço de uma bicicleta elétrica varia conforme o modelo, tecnologia e marca. No Brasil, os valores geralmente começam em R$ 4.000 para modelos mais básicos e podem ultrapassar R$ 20.000 para versões avançadas, como as E-MTBs de alta performance. O custo-benefício deve ser avaliado considerando fatores como autonomia, potência e durabilidade da bateria.
As bikes elétricas são amplamente utilizadas para mobilidade urbana, sendo que 54% dos modelos vendidos são voltados para esse fim. Outro destaque é o crescimento das E-MTB (Mountain Bikes Elétricas), que já representam 44% do mercado e possuem um tíquete médio três vezes maior que os modelos urbanos.
As motos elétricas também vêm se tornando uma excelente opção de mobilidade sustentável. Modelos variam conforme potência, autonomia e design, sendo indicados para diferentes perfis de usuários. Algumas características importantes a considerar incluem:
Confira alguns dos modelos que estão em alta e bem avaliados:
Seja para deslocamentos diários ou aventuras off-road, as bikes e motos elétricas oferecem praticidade, economia e sustentabilidade. Escolher o modelo ideal depende das necessidades individuais, considerando fatores como autonomia, potência e custo-benefício. Com o avanço da tecnologia e a crescente preocupação com o meio ambiente, a mobilidade elétrica está se consolidando como uma tendência cada vez mais forte no Brasil.