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Drenagem

Pistas do Aeroporto de Vitória vão passar por obras para evitar alagamentos

A concessionária Aeroportos do Sudeste do Brasil (ASeB) planeja intervenções em pistas de taxiamento das aeronaves para melhorar a drenagem das taxiways em épocas de chuvas intensas

Publicado em 04 de Janeiro de 2021 às 05:00

Públicado em 

04 jan 2021 às 05:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Pistas de taxiamento do Aeroporto de Vitória ficaram alagadas com as chuvas
Pistas de taxiamento do Aeroporto de Vitória ficaram alagadas com as chuvas de novembro de 2019 Crédito: Foto do leitor
Pistas de taxiamento do Aeroporto de Vitória, as chamadas taxiways, vão passar por algumas intervenções para evitar que fiquem alagadas em períodos de intensas chuvas. A concessionária Aeroportos do Sudeste do Brasil (ASeB), do grupo suíço Zurich, planeja realizar obras para melhorar o sistema de drenagem.
CEO dos aeroportos de Vitória, Florianópolis e Macaé, Ricardo Gesse, contou à coluna que as adequações fazem parte de alguns investimentos que o grupo programa para o terminal e estão previstas dentro do PEA, Plano de Exploração Aeroportuária.
Atualmente, a concessionária estuda o detalhamento das opções para execução do projeto que, de acordo com Gesse, não é complexo. A data para a realização das intervenções não foi divulgada, mas a ASeB garante que não se trata de uma obra emergencial, pois a atual estrutura atende a operação local. Gesse lembra que existem 12 taxiways interligando as duas pistas de pousos e decolagens.
"A gente vai ter uma drenagem, instalação e aprimoramento do sistema de drenagem das taxiways para que elas sejam compatíveis com volumes [intensos] de chuvas. Não é complexo e é algo que está no nosso programa de investimentos. Mesmo em eventos de muita chuva, [o alagamento] acontece em três pistas de taxiamento, e o aeroporto tem 12, ou seja, em momento algum isso inviabiliza as operações"
Ricardo Gesse - CEO dos aeroportos de Vitória, Florianópolis e Macaé,
Alagamentos nas taxiways, que são as pistas usadas pelas aeronaves para fazer deslocamentos e manobras,  já foram registrados em pelo menos três situações: em abril e em novembro de 2018 e em novembro de 2019. Nas três ocasiões, a Capital sofreu com um grande volume de chuvas e as pistas precisaram ser interditadas, fato que foi avisado aos pilotos por meio de Notam, comunicado feito através de sistema da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 
À época, o Aeroporto de Vitória ainda era administrado pela Infraero, mas já tinham sido entregues as novas pistas e terminal. 

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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