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Entraves

Mercado de galpões vai muito bem no ES, mas poderia estar melhor

Segmento está em franca expansão, mas empresários reclamam da demora, acima da média nacional, na obtenção de licenças

Publicado em 12 de Maio de 2022 às 18:13

Públicado em 

12 mai 2022 às 18:13
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Data: 29/08/2018 - Lógística - Distribuição - Entreposto da Zona Franca de Manaus, na BR 101 em Cariacica, Espírito Santo - Editoria: Cidade - Crédito: Eduardo Dias - NA
Galpão logístico construído em Cariacica para distribuição de eletroeletrônicos Crédito: Eduardo Dias/Arquivo
O mercado de galpões vai muito bem no Espírito Santo: são 2 milhões de metros quadrados de áreas prontas para armazenagem e mais 1 milhão de metros quadrados ficarão prontos até o final de 2022. Um investimento de R$ 1,3 bi! Uma beleza, é verdade, mas poderia estar melhor se não fosse a danada da burocracia.
Hoje, no Espírito Santo, da aquisição da área até a aprovação do projeto, leva-se pouco mais de dois anos. Em São Paulo, por exemplo, o mesmo processo leva um ano e dois meses. Em Pernambuco, um ano. As licenças necessárias para esse tipo de projeto são emitidas por Estado e município.
Essa lentidão acaba afastando investidores. A VTO Polos Empresariais, por exemplo, empresa aqui do Espírito Santo, está investindo, neste momento R$ 220 milhões, só que nenhum centavo está no Estado. Os aportes estão sendo feitos em Mato Grosso, São Paulo e Pernambuco. Claro que a lentidão da burocracia não explica tudo (os terrenos caros também atrapalham), mas tem sua responsabiliade. "Aprovações seguem muito lentas. Seria possível fazer tudo em oito meses", afirma Alexandre Schubert, diretor-geral da empresa.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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