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Padre com samba no pé, carnavalesco de luto e idoso com arritmia marcam desfile

Além dos artistas que desfilaram no Sambão do Povo,  personagens comuns, do dia a dia, fizeram bonito no Carnaval de Vitória

Publicado em 16 de Fevereiro de 2020 às 06:41

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 fev 2020 às 06:41
Padre Dário desfilou pela Unidos de Jucutuquara Crédito: Caíque Verli
Além dos artistas que desfilaram no Sambão do Povo, a maior parte deles na Boa Vista, personagens comuns, do dia a dia, marcaram a noite de sábado (15) e a madrugada de domingo (16) do Carnaval de Vitória. Teve padre com samba no pé, idoso que superou uma arritmia e até um carnavalesco homenageou a morte da mãe, que faleceu uma semana antes do desfile.
Aos 68 anos, padre Dário Ferreira da Silva era só empolgação no Sambão do Povo. O sacerdote, que ama o Carnaval, desfilou pela Unidos de Jucutuquara. Ele era pároco na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, e atualmente está à frente de uma igreja em Belo Horizonte, em Minas Gerais.
"Deus nos chama a viver alegria e Carnaval é alegria, sempre aproveitando com responsabilidade", conta o sacerdote, que diz ter um bom gingado.
"A gente começa com o dedinho e depois vai sendo levado pela alegria do desfile", comentou Dário, que veio no segundo carro sobre sábios da cultura e folclore capixaba, principalmente o Congo.
Carnavalesco da Boa Vista, Robson Goulart perdeu a mãe poucos dias antes do desfile no Sambão do Povo. Ela, que estava em tratamento contra um câncer, não resistiu a doença.
Robson Goulart perdeu a mãe uma semana antes do desfile no Sambão do Povo Crédito: Caique Verli
"Decidi desfilar porque foi um pedido dela, que eu continuasse em frente. Não foi fácil, mas é uma forma de homenageá-la, já que ela gostava muito de carnaval", comentou o carnavalesco na dispersão, em entrevista para A Gazeta.
Já para o aposentado Francisco dos Santos Filho, conhecido Fitico, a palavra superação marcou o carnaval. Um susto quase o tirou do desfile da São Torquato.
O aposentado, de 68 anos, desmaiou durante um ensaio na quadra da escola em 2019. Ele foi diagnosticado com arritmia cardíaca e recebeu liberação do médico para desfilar três dias antes do Carnaval de Vitória.
Francisco dos Santos Filho desfilou pela São Torquato Crédito: Caíque Verli
"Uma emoção muito grande porque amo essa escola. Não poderia ficar de fora do carnaval. Tive tipo um ataque cardíaco na hora de coroar a rainha, caí e fiquei desacordado por 30 segundos", lembra ele.
O aposentado saiu na ala da Velha Guarda, sobre os “Guardiões dos Saberes”, com uma fantasia representando a magia. "O coração vai aguentar e, desta vez, sem susto", brincou o aposentado.

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