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Plano de golpe

'Ridículos, amigos do poder da vez', diz advogado sobre ex-aliados de Bolsonaro

Fábio Wajngarten voltou a sair em defesa do ex-presidente depois que depoimentos de ex-comandantes do Exército e da Aeronáutica terem sido tornados públicos

Publicado em 15 de Março de 2024 às 19:11

Agência Estado

Publicado em 

15 mar 2024 às 19:11
BRASÍLIA - O advogado Fábio Wajngarten, que foi secretário de Comunicação no governo Jair Bolsonaro, subiu o tom em defesa do ex-presidente nesta sexta-feira (15), depois que os ex-comandantes do Exército e da Aeronáutica admitiram em depoimento à Polícia Federal que foram sondados sobre um plano de golpe.
Os depoimentos dos militares e de outros investigados no inquérito do golpe foram tornados públicos na manhã desta sexta (15), depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantou o sigilo das declarações prestadas à PF.
Ex-secretário Especial de Comunicação Social da Secretaria de Governo, Fabio Wajngarten
Fabio Wajngarten subiu o tom em defesa do ex-presidente Crédito: Carolina Antunes/PR
Fábio Wajngarten é um dos advogados de Bolsonaro no caso. Sem citar nomes, ele foi às redes sociais rebater as acusações dirigidas ao ex-presidente.
"Tem um monte de focas adestradas, bajuladores natos, que falavam o que queriam para ganhar segundos de atenção e notoriedade. Quando apertados, se escondem e ou se portam feito melhores amigos de infância de quem sempre repudiaram", escreveu.
"São notas de 3. São amigos do poder da vez. A insignificância é a maior e melhor característica. Engodos lato senso. Deslumbrados pelos microfones, garçons e motoristas. Medíocres."
Em depoimento, o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, atribuiu ao ex-presidente a articulação de reuniões com comandantes das Forças Armadas para discutir "hipóteses de utilização de institutos jurídicos como GLO (Garantia da Lei e da Ordem), estado de defesa e sítio em relação ao processo eleitoral".
O ex-comandante da Aeronáutica, brigadeiro Carlos Almeida Baptista Júnior, também relatou à Polícia Federal que Bolsonaro aventou a possibilidade de golpe. Em outro trecho do depoimento, afirmou que se retirou de uma reunião com o ex-presidente e se recusou a receber uma proposta de decreto golpista.
Além dos depoimentos, outro indício complica a situação do ex-presidente: o áudio enviado por Mauro Cid que sugere que Bolsonaro ajudou a redigir e editar uma minuta de golpe.

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