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Violência

Jovem é morta com tiro na cabeça em frente ao pai durante assalto em SP

. A família havia saído de Sorocaba, no interior de São Paulo, para entregar um drone que havia sido vendido para uma pessoa que morava na região
Agência FolhaPress

Publicado em 

03 nov 2025 às 07:40

Publicado em 03 de Novembro de 2025 às 07:40

Beatriz Sorrilha Munhos tinha 20 anos e foi atingida ao lado do pai e do namorado enquanto esperava pelo comprador de um drone
Beatriz Sorrilha Munhos tinha 20 anos e foi atingida ao lado do pai e do namorado enquanto esperava pelo comprador de um drone Crédito: Reprodução
Uma jovem de 20 anos morreu ao ser baleada na cabeça durante um assalto na noite deste sábado (01) (1º) na região de Sapopemba, zona leste de São Paulo.
Beatriz Munhos foi baleada na frente do pai e do namorado. A família havia saído de Sorocaba, no interior de São Paulo, para entregar um drone que havia sido vendido para uma pessoa que morava na região, segundo depoimento do namorado à Polícia Civil.
O assalto ocorreu enquanto eles aguardavam o suposto comprador. Quando a dupla em uma moto anunciou o assalto, a jovem saiu do veículo e disparou gás de pimenta contra um deles, que reagiu disparando contra a jovem.
"Durante a ação, o pai da vítima teve o celular roubado", diz nota da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. "A vítima foi socorrida ao Hospital Estadual de Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos."
O pai de Bia, Lucas Munhos, afirmou nos stories do Instagram que fizeram "crueldade" com a filha dele. "Eu sou Lucas, pai da Bia. Desculpa estar avisando vocês assim. A gente perdeu a Bia. Ela foi morta a tiros em São Paulo. Que crueldade que fizeram com a minha pequena. Vocês sabem como que ela era. É uma pessoa do bem, ela me ajudava demais, demais."
Munhos diz que ele e a filha entregaram tudo aos assaltantes, mas, mesmo assim, deram tiro na cabeça dela. "A gente foi vítima de um assalto. A gente entregou tudo, mas, mesmo assim, eles deram tiro na cabeça dela. Isso não pode acontecer com outros pais, pessoas. Outros pais não podem sofrer o que estou sofrendo. Essa bandidagem, tráfico, essas coisas todas de bandido, de arma, têm que acabar. Eu imploro pro governo acabar com isso, pelo amor de Deus."
Não pode acontecer um caso igual a esse com outras pessoas, lamentou Munhos. "Deram um tiro na cabeça da minha filha e levaram a minha pequena. A minha filha não está mais entre nós. A gente não pode deixar isso impune. O governo tem que fazer alguma coisa. A polícia está fazendo o trabalho dela, mas isso não pode acontecer novamente com as pessoas, com um pai, com uma mãe, um namorado, um irmão não merecem passar por isso. Vocês têm que ajudar."
Os criminosos fugiram deixando para trás uma bolsa térmica semelhante à usada por entregadores. Policiais militares encontraram uma motocicleta com as mesmas características utilizadas na ação e a recolheram para perícia.
O caso foi registrado como roubo e latrocínio (roubo seguido de morte) no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela).

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