Publicado em 15 de abril de 2021 às 15:07
- Atualizado há 5 anos
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), contraiu pela segunda vez a Covid-19, afirmou nesta quinta-feira (15) sua assessoria de imprensa.
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De acordo com o município, Paes acordou nesta quinta-feira (15) com sintomas leves de gripe, dor de garganta e foi submetido ao teste rápido. A assessoria do prefeito afirmou que ele ficará em isolamento, sem divulgação do prazo de quarentena.>
Paes já havia apresentado resultado positivo para a presença do coronavírus em maio de 2020. Ele ficou assintomático na ocasião. Estudos apontam a possibilidade de reinfecção pelo vírus, principalmente com o surgimento de novas variantes.>
"Estou superbem. Os sintomas são dessa sensação de estado gripal. Estou me cuidando em casa, atento à cidade, online, conversando com os secretários por vídeo. Vai dar tudo certo", disse Paes.>
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O prefeito vem há duas semanas flexibilizando as restrições de circulação na cidade. O município ficou por duas semanas com todos os serviços não essenciais fechados-aos poucos, eles vêm sendo reabertos.>
A prefeitura justifica a flexibilização com base numa queda nos atendimentos de casos de síndromes gripais nas unidades básicas de saúde, considerado pela gestão o indicador mais ágil para apontar a tendência das infecções pelo novo coronavírus na cidade.>
Atualmente, bares e restaurantes podem ficar abertos até as 21h. A prefeitura também autorizou a prática de esportes coletivos em áreas abertas de clubes, bem como a reabertura de museus, teatros, cinemas entre outras atividades. Continua proibida a permanência nas praias da cidade.>
Reportagem da TV Globo mostrou, contudo, situação crítica em hospitais da cidade, onde pacientes estão sendo intubados sem a sedação adequada, por falta de medicação para este fim. Algumas pessoas foram amarradas para evitar reação ao procedimento, considerado invasivo.>
De acordo com dados da prefeitura da manhã desta quinta, estão internados 1.449 pessoas em unidades públicas na cidade, o que representa uma taxa de ocupação de 91% dos leitos operacionais.>
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