Publicado em 10 de maio de 2021 às 17:45
O procurador-geral da República, Augusto Aras, rejeitou a abertura de uma investigação contra o presidente Jair Bolsonaro por causa dos pagamentos de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. >
A decisão foi tomada em um ofício enviado ao gabinete do ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal).>
O pedido de investigação foi feito ao STF em agosto do ano passado por Ricardo Bretanha Schmidt, um advogado de Santa Catarina.>
Em notícia-crime enviada ao Supremo, o jurista citou reportagens que apontam que o ex-assessor depositou, na conta de Michelle, 21 cheques no valor total de R$ 72 mil, entre 2011 e 2016>
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No despacho, Aras afirmou que as"supostas relações espúrias" entre Flávio e Queiroz já são alvo de denúncia na Justiça do Rio, mas que aquelas investigações não apontaram "indícios do cometimento de infrações penais pelo Presidente da República".>
Segundo Aras, os indícios contra Bolsonaro "são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo>
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