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Dicas de prevenção

ES pode ter mais 1.460 novos casos de câncer de cabeça e pescoço

Estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca); durante o Julho Verde, mês marcado pelo enfrentamento à doença, veja dicas de sintomas e prevenção

Publicado em 07 de Julho de 2025 às 08:13

Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 jul 2025 às 08:13
Câncer de cabeça e pescoço: dor na garganta
Câncer de cabeça e pescoço: dor na garganta Crédito: Shutterstock
O Instituto Nacional do Cãncer (Inca) divulgou uma estimativa de que o Espírito Santo deva registrar, em 2025, 1.460 novos casos de câncer de cabeça e pescoço – tumores malignos que atingem boca, orofaringe, laringe (cordas vocais), nariz, seios nasais, nasofaringe, órbita, pescoço e tireoide. A maioria desses diagnósticos deve ser registrada em Vitória, conforme os dados. E em alusão ao Julho Verde – mês marcado pelo enfrentamento a essa doença, especialistas dão dicas de sintomas e prevenção.
Considerado o tipo de câncer mais comum, o perfil epidemiológico do Inca mostra maior incidência de tumores malignos de cavidade oral e laringe em homens, enquanto o câncer de tireoide é predominante em mulheres. As taxas são mais expressivas nas regiões Sudeste e Nordeste, segundo o instituto. Para conscientizar sobre a doença durante o Julho Verde, a Afecc-Hospital Santa Rita, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Espírito Santo, promoverá palestras educativas para dentistas e para agentes comunitários de saúde de alguns municípios capixabas.
“O objetivo é fortalecer a rede de atenção básica com informações essenciais sobre como identificar sinais iniciais da doença e orientar os pacientes sobre a importância do autoexame e da busca por atendimento especializado. A detecção antecipada desses tumores pode aumentar significativamente as chances de cura e reduzir o impacto dos tratamentos. Por isso, o Julho Verde também chama a atenção para a necessidade de ampliar o conhecimento sobre os fatores de risco, como tabagismo, consumo de álcool e infecção pelo vírus HPV”, explica o cirurgião de cabeça e pescoço Jeferson Lenzi, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Santa Rita.
Entre os sintomas mais comuns, o médico destaca o aparecimento de nódulos no pescoço, alterações na voz ou rouquidão e a presença de manchas brancas ou avermelhadas na boca e feridas que não cicatrizam em até 15 dias. Em relação à prevenção, Jeferson alerta para a importância de se manter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente, manter a higiene bucal em dia, usar protetor solar, principalmente nos lábios, orelhas e nariz – que são regiões muito expostas às radiações solares -, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e, claro, abandonar o fumo.

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