Os números, apurados no dia 9 de janeiro, são da própria
Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), que respondeu ao deputado Lorenzo Pazolini (sem partido) sobre a disponibilidade de vagas e demandas na área de Neuropediatria na rede pública estadual.
O neurologista infantil trata de crianças com autismo, dores de cabeça, distúrbio de sono, paralisia cerebral, hiperatividade, déficit de atenção, meningite, epilepsia, atrasos na fala, dificuldade escolar, síndrome genética e crise convulsiva, entre outros problemas.
A Sesa informou também ao parlamentar que não oferece a especialidade de Psicoterapia porque não tem este prestador de serviço no Sistema Único de Saúde (SUS).