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Crime cinematográfico

Veja quais são as peças roubadas do Museu do Louvre

Entre os itens ainda não recuperados estão tiaras, colares e broches que pertenceram às imperatrizes Maria Luísa e Eugênia

Publicado em 19 de Outubro de 2025 às 18:05

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 out 2025 às 18:05
PARIS - Após a localização da coroa da imperatriz Eugênia, encontrada quebrada nos arredores do Museu do Louvre, ainda restam desaparecidas oito joias roubadas durante o assalto ao mais famoso museu do mundo na manhã deste domingo (19).
O acervo levado incluía peças que pertenceram à imperatriz Maria Luísa, esposa de Napoleão Bonaparte, além de joias de Hortênsia, enteada do imperador e rainha da Holanda, e de Maria Amélia, esposa do rei Luís Felipe e última rainha da França.
De acordo com o Ministério do Interior francês, foram levados um colar, um par de brincos, um conjunto de colar e brincos e um broche, joias "de um valor inestimável".
Segundo o governo, os criminosos realizaram a operação em sete minutos e fugiram em uma scooter, também localizada horas depois do roubo.

Veja lista de peças ainda não encontradas

Tiara de pérolas da imperatriz Eugênia
Tiara de pérolas pertencente à imperatriz Eugênia, uma das peças roubadas no assalto ao Louvre
Tiara de pérolas pertencente à imperatriz Eugênia, uma das peças roubadas do Louvre Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
A tiara tem 212 pérolas, sendo 17 em forma de gota, 1.998 diamantes e 992 rosas lapidadas, e faz parte de um conjunto criado para a imperatriz Eugênia logo após seu casamento com Napoleão 3º, em janeiro de 1853. A joia foi vendida no leilão dos Diamantes da Coroa em Paris em 1887 por um joalheiro e depois por um príncipe, e passou a fazer parte do acervo do Louvre após ser adquirida em um leilão em Genebra em 1992 e doada ao museu.
Brincos de safiras das rainhas Hortênsia e Maria Amélia
Par de brincos foi roubado junto com tiara e colar roubado no Museu do Louvre
Par de brincos foi roubado junto com tiara e colar Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
Os brincos pertencem a um conjunto que incluía diadema, broches, pente e braceletes, todos adornados com safiras de Ceilão, do qual três peças acabaram sendo roubadas neste domingo (19). Ao longo dos anos, a joia foi usada por Hortênsia e Maria Amélia, permanecendo na família Orléans até 1985. A origem e o autor da peça são desconhecidos.
Tiara pertencente às rainhas Hortênsia e Maria Amélia
TIara de safiras faz parte de conjunto que inclui colar e brincos roubado no Museu do Louvre
TIara de safiras faz parte de conjunto que inclui colar e brincos Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
A peça formada por cinco elementos articulados, cada um com uma safira grande ao centro. Ao todo, a peça reúne 24 safiras, incluindo dez de tamanho muito pequeno, e 1.083 diamantes.
Colar de safiras das rainhas Hortênsia e Maria Amélia
Colar de safiras roubado neste domingo no Museu do Louvre
Colar de safiras roubado neste domingo (19) no Museu do Louvre Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
O colar, parte do mesmo conjunto dos brincos, tem oito safiras de diferentes tamanhos e 631 diamantes.
Colar de esmeraldas e par de brincos da imperatriz Maria Luísa
Colar e brincos de esmeraldas roubados do Louvre neste domingo (19)
Colar e brincos de esmeraldas roubados do Louvre neste domingo (19) Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
O conjunto completo, presente de Napoleão a Maria Luísa em 1810 para comemorar seu casamento, inclui o colar com 32 esmeraldas, sendo 10 em formato de gota, e 1.138 diamantes. Ao longo dos anos, a peça passou por alterações, restando preservados em seu estado original apenas o colar e o par de brincos.
Broche de diamantes conhecido como "broche relicário"
Parte central e inferior do broche de diamantes roubado no assalto ao Museu do Louvre
Parte central e inferior do broche de diamantes roubado no assalto ao Museu do Louvre Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
O broche, em prata dourada com detalhes em arabescos e folhas, tem 94 diamantes, entre eles os célebres 17º e 18º Mazarins, que Luís 14 utilizava como botões de casaca. De acordo com o Louvre, a peça passou a ser conhecida como "relicário" após o leilão dos Diamantes da Coroa, em 1887.
Broche de diamantes em formato de laço da imperatriz Eugênia
Broche fez parte de cinto com mais de 4.000 pedras e foi roubado do Museu do Louvre
Broche fez parte de cinto com mais de 4.000 pedras e foi roubado do Museu do Louvre Crédito: Divulgação/Musée du Louvre
O broche, que tem 2.438 diamantes e 196 rosas lapidadas, era a peça central de um cinto feito com mais de 4.000 pedras criado para a Exposição Universal de 1855 e depois usado pela imperatriz Eugênia. Segundo relatos, ela usou a peça em uma recepção à rainha Vitória em Versalhes. A partir de 1864, Eugênia deixou de usar o cinto completo e passou a conservar apenas o laço.

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