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Mais de 30 mil casos

Europa é agora o centro da pandemia de coronavírus, diz OMS

Com 30.330 casos da doença registrados até a 0h desta sexta (13), 27.588 dos quais ainda em tratamento, o continente está sendo mais afetado que todo o resto do mundo somado, sem contar a China

Publicado em 13 de Março de 2020 às 15:10

Redação de A Gazeta

Publicado em 

13 mar 2020 às 15:10
Oito casos de coronavírus estão confirmados no Brasil Crédito: Reprodução
A Europa, e não mais a Ásia, é o centro global da pandemia de coronavírus, afirmou o diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta sexta (13) na Suíça.
Com 30.330 casos da doença registrados até a 0h desta sexta (13), 27.588 dos quais ainda em tratamento, o continente está sendo mais afetado que todo o resto do mundo somado, sem contar a China.
Os casos registrados nos outros países eram 23.929, com 18.582 ainda ativos.
Entre os ainda doentes na Europa, estão em estado grave 1.529 pacientes, ou 5,5% do total.
Até o começo desta sexta, 1.208 mortes já haviam ocorrido por complicações da Covid-19, o dobro do registrado em todos os outros países menos a China: 605.
Em fase de progressão geométrica de contágio, em que os números se multiplicam de um dia para o outro, a Europa registrou na quinta 254 novos casos da doença e 1 morte.
Nesta sexta, Noruega e Ucrânia anunciaram o primeiro caso de morte por causa do coronavírus.
A expansão da doença na Europa também ampliou o anúncio de medidas mais drásticas e de novos planos de socorro para empresas e trabalhadores afetados pela pandemia.
Até a metade do dia, já haviam anunciado estado de emergência, que permite restrições de mobilidade, racionamento e requisição de bens e serviços, seis países: Portugal, Espanha, Polônia, Estônia, Letônia e República Tcheca.
Itália e Eslováquia mantêm todo o país em quarentena: mesmo viagens internas só são permitidas em casos emergenciais.
Eslováquia, República Tcheca, Ucrânia e Suíça fecharam as fronteiras para estrangeiros e não residentes, e Noruega e Malta determinaram que todos os que entrarem no país precisam ficar 14 dias em isolamento.
O governo francês pediu que maiores de 70 anos evitem sair de casa (os idosos são o grupo mais vulnerável a complicações da doença, incluindo morte).
Sete novos países decidiram suspender totalmente as aulas por ao menos duas semanas, elevando a 27 o total dos que adotaram essa medida. Outros quatro têm fechamento parcial de escolas.
Aos anúncios de novas medidas cada vez mais duras se seguem corridas dos moradores a supermercados, para fazer estoques de produtos como água, enlatados, massas e papel higiênico.
Na Bélgica, o anúncio na noite de quinta de que escolas ficarão fechadas a partir de segunda (16) e lojas não poderão abrir aos finais de semana (fora farmácias e lojas de comida) provocou filas nos caixas de supermercados e vendas.
Em seis lojas visitadas pela Folha, as prateleiras de conservas, papel higiênico e macarrão já começavam a se esvaziar. Até mesmo em quitandas, cujos produtos são perecíveis, as filas para pagar chegavam a ter 20 pessoas na manhã desta sexta, cerca de cinco vezes o movimento normal.

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