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Brasileiros se unem para defender 'Pix amado' de ataques de Trump, diz Financial Times

Pix é alvo de investigações dos EUA contra supostas práticas comerciais ilegais do Brasil.

Publicado em 22 de Julho de 2025 às 07:25

BBC News Brasil

Publicado em 

22 jul 2025 às 07:25
Imagem BBC Brasil
Jornal destacou como brasileiros estão unidos em torno do seu "amado sistema de pagamentos" Crédito: Getty Images
Os brasileiros estão se unindo em torno de seu "amado sistema de pagamentos" Pix contra os ataques do presidente americano, Donald Trump, afirma uma reportagem publicada na segunda-feira (21/07) no jornal britânico Financial Times.
"É um dos grandes sucessos de fintech do mundo, usado diariamente por pobres e bilionários, mas o sistema de pagamento instantâneo brasileiro Pix agora caiu em desgraça junto ao presidente dos EUA, Donald Trump", afirma o texto escrito pelo correspondente do jornal em São Paulo.
O Pix seria um dos mecanismos que estariam sob investigação de "práticas comerciais desleais" do Brasil contra os EUA. A investigação é parte de medidas do governo Trump contra o Brasil — que incluem também tarifas de 50% em cima de produtos brasileiros exportados para os EUA.
O jornal destacou o clima de tensão entre Brasil e EUA, mas disse que "Brasília reservou uma raiva particular aos ataques ao Pix, que é universalmente amado pelos brasileiros por oferecer pagamentos instantâneos, gratuitos e fáceis".
O Financial Times cita o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disse que o Brasil não aceitará ataques ao Pix, "que é patrimônio do nosso povo".
"O governo lançou uma campanha nas redes sociais com o slogan 'PIXéNosso, My Friend', sugerindo que os EUA sofrem um 'ataque de inveja' em relação ao 'sistema seguro, protegido e gratuito' do Brasil."
"Das praias do Rio de Janeiro aos recantos mais remotos da Amazônia, o Pix é um recurso essencial no dia a dia. A ferramenta de pagamento, usada principalmente em celulares, trouxe mais de 70 milhões de brasileiros ao sistema financeiro pela primeira vez, simplificando os pagamentos para altos executivos e moradores de favelas", escreve o jornal.
"Os comerciantes adoram as baixas taxas — normalmente cerca de 0,22% de uma transação, em comparação com mais de 1% para um cartão de débito e mais de 2% para alguns cartões de crédito. Os consumidores não pagam taxas e gostam da conveniência de pagar com um código QR ou digitando o número de identificação fiscal [CPF], número de celular ou endereço de e-mail do destinatário."
A reportagem destaca que algumas grandes empresas se manifestaram contra o Pix — como a Mastercard (que acusa o Banco Central de operar e regular o Pix ao mesmo tempo) e a Meta (que não se manifestou publicamente, mas estaria preocupada com possível competição a um sistema de pagamentos via WhatsApp).
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil dizem que por trás da ofensiva do governo dos EUA estaria o interesse de big techs.

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