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Brasil deve enviar pelo menos seis toneladas de mantimentos ao Líbano

O presidente Jair Bolsonaro escalou para a comitiva brasileira 13 pessoas, entre políticos, empresários e militares; dentre eles, o senador do Espírito Santo Luiz Pastore (MDB-ES)

Publicado em 11 de Agosto de 2020 às 07:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 ago 2020 às 07:48
Imagem de drone obtida nesta quarta-feira, 05, mostra a destruição causada por duas fortes explosões que atingiram a região portuária de Beirute, no Líbano.
Imagem de drone mostra a destruição causada por duas fortes explosões que atingiram a região portuária de Beirute, no Líbano Crédito: Hussein Malla/AP/Estadão Conteúdo
O governo brasileiro pretende enviar a Beirute, no Líbano, na próxima quarta-feira (12), pelo menos seis toneladas de alimentos, insumos e remédios.
Os mantimentos serão transportados por uma aeronave KC-390, que acompanhará a missão humanitária brasileira ao país do Oriente Médio atingido por uma grande explosão na última terça-feira (4).
Na lista, estão o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e o suplente da senadora Rose de Freitas (Podemos), Luiz Pastore (MDB).
O grupo deve chegar na quinta-feira (13) ao Líbano, onde cumprirá agenda de encontros com autoridades locais do Executivo e do Legislativo. A expectativa é de que retorne ao Brasil na sexta (14).
O KC-390 transportará também ventiladores pulmonares, máscaras cirúrgicas, kits de primeiros-socorros e material de construção, além de ao menos 500 cestas básicas e meia tonelada de medicamentos e equipamentos doadas pela Câmara de Comércio Brasil-Líbano.
Já a comitiva será transportada em uma segunda aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB ), que deve levar também 16 médicos e enfermeiros voluntários para atuar no país. Segundo assessores presidenciais, navios de carga serão enviados ao Líbano com cerca de 4.000 toneladas de cereais.
"As relações entre o Brasil e o Líbano são afetuosas e profundas. Hoje, há mais libaneses no Brasil do que no Líbano. O Brasil faria isso por qualquer país, mas a comunidade libanesa tem muita importância no país", disse Skaf à reportagem.
Nesta segunda, o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia do governo. A decisão ocorre seis dias após a megaexplosão que destruiu metade de Beirute e deixou ao menos 220 mortos.
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