Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

futebol

Corinthians melhora, mas continua com dois tempos muito distintos

Timão teve boa partida no primeiro tempo, e mostrou organização na defesa e no ataque. Segunda etapa teve queda enorme no ritmo, mas conseguiu "achar" a vitória com Everaldo...

Publicado em 22 de Outubro de 2020 às 07:00

LanceNet

Publicado em 

22 out 2020 às 07:00
A vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre o Vasco não veio acompanhada de uma atuação convincente, porém foi suficiente para a conquista de três pontos importantes para o time no Brasileirão-2020. A amostra trazida nesses três jogos com Vagner Mancini é de uma equipe que vai tomando forma, com certa organização, mas que ainda peca pela queda de ritmo no segundo tempo.Essa disparidade entre os dois tempos já é algo percebido tanto com Tiago Nunes, quanto com Dyego Coelho, e permanece como herança para Mancini. A questão parece muito mais física do que técnica e tática, já que dá a impressão de que o time fica esgotado na etapa final e acaba afrouxando na marcação, errando transições bobas e sem conseguir ter força para chegar ao ataque.
Com gols marcados no fim nas duas vitórias com o novo treinador, até parece absurdo citar a queda de rendimento no segundo tempo, mas na última quarta-feira, isso quase custou um resultado que parecia bem encaminhado no primeiro tempo. Quando o Vasco chegou ao gol de empate, com Ribamar, os cariocas já estavam melhores no duelo e já poderiam ter chegado ao gol.E não chegaram pelo fato de o Timão ter mostrado uma organização defensiva superior ao que vinha apresentando. Como a equipe era demasiadamente desorganizada, não precisaria muito para ser melhor, mas o mínimo já é suficiente para garantir que Cássio não seja facilmente vazado, como foi contra o Flamengo, e como vem sendo desde o início da temporada 2020.
Quando o time parecia entregue e somando somente um ponto, houve um resto de gás aliado à estrela de Everaldo para chegar ao segundo gol, que foi um "achado", já que o atacante tentou cruzar, a bola desviou em Henrique e encobriu Fernando Miguel. Gol sem querer, mas que vale o mesmo que aqueles por querer. Tentos assim são essenciais nesses momentos de crise.​​Como disse o próprio Everaldo, foi um gol com a "marca do Corinthians", com luta e sem desistir. Algo que Vagner Mancini falou em suas entrevistas coletivas desde que chegou ao clube. Resgatar esse espírito corintiano é uma missão do treinador, que também já entendeu que o momento exige que ele faça o "arroz com feijão", sem inventar, sem fazer mais do que o limitado elenco permite.
A opção por atuar sem um centroavante de referência também foi um acerto. Com jogadores de mais movimentação, que podem entregar tanto no setor ofensivo, quanto na recomposição, além de executarem a "primeira marcação" no campo de ataque, a equipe fica mais compacta e o setor de defesa fica muito menos exposto. A estratégia pode não ser brilhante, nem resulta em futebol bonito, mas indica um caminho do que o Corinthians precisa agora.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Agência do Banco do Brasil na Praça Pio XII, Centro de Vitória
Bancários anunciam paralisação de 24h nesta quinta-feira (20)
Eleição da nova diretoria da Associação Nacional de Jornais (ANJ)
Café Lindenberg é reeleito para presidir Conselho de Administração da ANJ
Procurado pela Justiça tenta fugir pela janela do 2º andar, mas é preso em Marataízes
Foragido com três mandados pula do 2º andar para fugir da polícia em Marataízes

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados