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Mudanças

Veja quem deixou o governo do ES para disputar as eleições

Doze secretários se despediram dos cargos e três diretores deixaram autarquias vinculadas à gestão estadual
Vinicius Zagoto

Publicado em 

06 abr 2026 às 12:06

Publicado em 06 de Abril de 2026 às 12:06

Palácio Anchieta, Vitória
Palácio Anchieta, em Vitória, sede do governo do Estado Crédito: Ricardo Medeiros
Os últimos dias foram de mudanças no secretariado do governo do Estado. Como a legislação estabelece que os interessados em se candidatar nas eleições deste ano precisavam deixar o comando das pastas até 4 de abril, 12 secretários se despediram de seus cargos. São eles:
  1. Bruno Lamas (PSB) - Secretaria de Tecnologia
  2. Cyntia Grillo (Podemos) - Secretaria de Trabalho
  3. Emanuela Pedroso (PSB) - Secretaria de Governo
  4. Enio Bergoli (PP) - Secretaria de Agricultura
  5. Felipe Rigoni (PSB) - Secretaria de Meio Ambiente 
  6. Guerino Balestrassi (MDB) - Secretaria de Recuperação do Rio Doce
  7. Jacqueline Moraes (PSB) - Secretaria das Mulheres
  8. José Carlos Nunes  (PT) - Secretaria de Esportes
  9. Rafael Pacheco (PSB) - Secretaria de Justiça
  10. Tyago Hoffmann (PSB) - Secretaria de Saúde
  11. Victor Coelho (PSB) - Secretaria de Turismo
  12. Vitor de Ângelo (PSB) - Secretaria de Educação
Além das mudanças no secretariado, houve movimentações em autarquias.
O ex-deputado estadual José Eustáquio de Freitas, que era diretor-presidente do Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES), deixou o cargo para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PSB.
O então diretor-geral do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira, também se despediu do posto para ser candidato a deputado estadual pelo PSB.
Já Alessandro Broedel Torezani deixou o comando do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Em janeiro deste ano, A Gazeta havia confirmado 10 pré-candidaturas de nomes à frente de secretarias no governo casagrandista. À época, a confirmação foi feita via dirigentes partidários, assessorias de imprensa e diretamente com alguns dos chefes de pastas.
Na ocasião, outros três secretários eram apontados como potenciais candidatos, mas estavam sem vínculo partidário. Um deles, Fabrício Noronha, secretário de Cultura, também figurava entre os cotados, porém somente no campo da especulação. Ele optou por permanecer na Secult.

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