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Rose de Freitas não comenta sobre derrota nas urnas

Rose de Freitas não comenta sobre derrota nas urnas

Em uma votação acirrada para o Senado, Rose foi derrotada por Magno Malta na disputa pela única vaga do Estado

Publicado em 2 de outubro de 2022 às 22:39

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Senadora Rose de Freitas vota no primeiro turno de 2022 ao lado de aliados
Rose de Freitas votou ao lado de aliados, entre eles o governador Renato Casagrande. (Helio Filho/Divulgação)

Fora de um cargo eletivo após 40 anos de mandatos parlamentares, Rose de Freitas (PMDB) não comentou sobre o resultado das eleições para o Senado. Ela obteve 747.104 votos (38,17%), ficando atrás do vencedor das urnas, Magno Malta (PL), que totalizou 821.189 votos, o que corresponde a 41,95% do eleitores. A senadora, que deixa o cargo após oito anos de mandato, preferiu ficar com a família após a divulgação do resultado oficial.

Em entrevista coletiva, após o fechamento das urnas, Malta disse que vai voltar para Brasília com espírito renovado, disposto a não ser inimigo de ninguém e prometendo lutar pelo Espírito Santo, em busca de recursos para o desenvolvimento capixaba. 

Apoiada oficialmente por uma coligação com 11 partidos e pelo governador Renato Casagrande (PSB), Rose se consolidou durante a campanha como uma senadora municipalista e teve o apoio da maioria dos prefeitos capixabas. Em uma reunião junto com Casagrande chegou a reunir representantes de 74 dos 78 municípios capixabas, entre prefeitos e vice-prefeitos.

TRAJETÓRIA DE 40 ANOS DE MANDATOS

Nascida em Caratinga, Minas Gerais, Rose fez carreira como jornalista e radialista no Espírito Santo. Ela iniciou sua vida parlamentar como deputada estadual, em 1983. Depois de um mandato na Assembleia Legislativa, elegeu-se seis vezes para a Câmara dos Deputados

Rose possui marcos históricos na atividade parlamentar, entre os quais o fato de ter sido a primeira mulher eleita para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Ela chegou a comandar interinamente uma sessão da Casa em 2011

Em 2014, Rose foi eleita para a única vaga do Senado em disputa naquela ocasião pelo Espírito Santo. Ela chegou a concorrer ao governo do Estado, em 2018, mas ficou em quarto lugar. 

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