Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Queda na arrecadação

Governo do ES ainda não vê risco de atraso no salário de servidores, diz secretário

O secretário de Estado da Fazenda, Rogélio Pegoretti, diz que salários não serão afetados considerando a sanção presidencial ao projeto de socorro aos Estados e municípios e as medidas de corte do governo: 'Possibilidades a gente não pode descartar nenhuma'

Publicado em 16 de Maio de 2020 às 19:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 mai 2020 às 19:27
Rogelio Pegoretti é secretário da Fazenda do Espírito Santo
Secretário de Estado da Fazenda, Rogélio Pegoretti Crédito: Vitor Jubini
Após o anúncio do corte de gastos de R$ 1,59 bilhão no orçamento do Executivo estadual para fazer frente à queda de arrecadação prevista até o fim de 2020 - estimada em R$ 3,4 bilhões -, o secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti, afirmou que o governo ainda não vê risco de atraso no pagamento dos servidores neste ano.
Contudo, mesmo com as ações de contenção de despesas já anunciadas, o Estado depende também de repasses do governo federal e da suspensão do pagamento de encargos de dívidas com a União para conseguir fechar as contas e manter compromissos com servidores e fornecedores.
“Considerando todas as premissas que nós estamos colocando, de sanção presidencial e de efetividade das nossas medidas, de acerto na nossa projeção, esse risco (de atraso nos salários) para esse ano a gente consegue afastar”, disse.
A sanção presidencial a que o secretário se refere é ao projeto de lei, já aprovado no Congresso, que vai transferir R$ 839 milhões para o Estado nos próximos quatro meses. Junto a essa medida, o executivo aguarda a suspensão do pagamento de encargos de dívidas com a União até dezembro, que totaliza R$ 320 milhões.
"As medidas que estamos anunciando são justamente para equilibrar a despesa com a receita do Estado. Se a crise intensificar mais do que as nossas projeções, se as medidas do governo federal não chegarem ao Estado, se o presidente vetar o projeto que está lá com ele e o congresso não derrubar o veto, enfim, possibilidades a gente não pode descartar nenhuma, mas, acima de tudo, o que a população tem que ver é o nosso empenho de manter as contas equilibradas e honrar compromissos que o governo tenha com seus servidores e seus fornecedores "
Rogélio Pegoretti - Secretário de Estado da Fazenda
Neste sábado (16), Casagrande anunciou o corte de R$ 1,59 bilhão no orçamento do Executivo para 2020, verba que sairá dos recursos próprios (custeio e investimento), dos recursos de royalties do petróleo, e dos fundos setoriais e autarquias que serão devolvidos ao tesouro estadual.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acidente deixa duas pessoas feridas na Avenida Beira-Mar
Acidente deixa duas pessoas feridas e congestiona trânsito em Vitória
Bernadete de Souza Braga, de 61 anos, assassinada com golpes de facão em 4 de outubro de 2023
Pena de 40 anos para homem que matou mulher com golpes de facão no ES
Imagem de destaque
Análise: acordo com o Irã põe fim à guerra que revelou limites do domínio americano

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados