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Três meses depois, mãe e filho seguem desaparecidos em Jerônimo Monteiro

Caso, segundo a Polícia Civil, é investigado como latrocínio – roubo seguido de morte – e segue em segredo de Justiça

Tempo de leitura: 2min
Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 01/07/2022 às 11h08
Mãe e filho da Comunidade de Lajinha, Jerônimo Monteiro  estão desaparecidos
Mãe e filho da Comunidade de Lajinha, em Jerônimo Monteiro, estão desaparecidos . Crédito: Matheus Martins

O mistério do desaparecimento de uma mulher de 80 anos e do filho dela, de 58 anos, em Jerônimo Monteiro, no Sul do Espírito Santo, persiste. Eles estão desaparecidos desde o dia 31 de março, quando a família comunicou o caso à polícia. A casa em que moravam foi encontrada revirada e pertences teriam sido levados.

O caso, segundo a Polícia Civil, é investigado como latrocínio – roubo seguido de morte – e, após três meses, segue sob investigação da Delegacia de Jerônimo Monteiro. A corporação não deu detalhes de quais pertences foram levados após o desaparecimento de mãe e filho. O motivo, alegou a polícia, seria que o inquérito policial está sob segredo de Justiça e não há outras informações que possam ser divulgadas.

O CASO

As investigações começaram no dia 31 de março, na Comunidade de Lajinha. Uma filha da idosa desaparecida contou para a polícia que desde às 11h do dia 30 de março não conseguia entrar em contato com a mãe e o irmão.

Na época, ela ainda relatou que o veículo que pertence ao irmão havia sido encontrado na Rua Idele Dan, também em Jerônimo Monteiro, abandonado e com a chave na ignição. Ela temia que os familiares pudessem estar amarrados dentro da casa deles ou terem sido sequestrados.

A polícia fez buscas na propriedade da família, mas a mãe e o irmão da denunciante não foram localizados, nem mesmo o cachorro deles. O interior da residência estava revirado, e todas as roupas, além de outros pertences e documentos foram levados.

Durante as buscas, militares receberam a informação de que as vítimas estariam mortas e os corpos deixados em uma pedreira, mas nada foi confirmado. Os nomes dos desaparecidos não foram divulgados.

Na época, à reportagem da TV Gazeta Sul, uma familiar, que preferiu não se identificar, disse que estavam angustiados pela espera por notícias. A advogada da família também foi procurada na manhã desta sexta-feira (1º), mas não atendeu ao telefonema.

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