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Crueldade

Polícia indicia motorista suspeito de atropelar e matar capivaras e gato em Vila Velha

Imagens de segurança mostraram que o motorista mudou a rota do carro para atingir os animais; ele foi indiciado por maus-tratos com resultado morte

Publicado em 29 de Abril de 2025 às 17:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 abr 2025 às 17:15
A investigação sobre o caso da morte de três capivaras e um gato, no bairro Morada do Sol, em Vila Velha, foi concluída e apontou que os atropelamentos foram intencionais. Segundo a Polícia Civil, o responsável pelo carro, um homem de 25 anos, foi identificado e indiciado, mas responde em liberdade.
O caso aconteceu na madrugada do dia 9 de abril e causou comoção entre moradores da região. Inicialmente, havia suspeita de envenenamento, mas imagens de videomonitoramento (veja acima) mostram o condutor direcionando o carro na direção dos animais, atingindo-os em sequência. Após a primeira investida, ele ainda dá a volta na rua para atropelá-los novamente.
O titular da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), delegado Marcelo Nolasco, afirmou que os vídeos demonstraram que o condutor do veículo agiu de propósito ao direcionar o carro para onde estavam os animais, confirmando a natureza criminosa do ato. 
O responsável pelo veículo foi identificado por meio do cerco eletrônico de Vila Velha. Ele foi ouvido pela polícia e admitiu estar ao volante, mas negou que tenha agido de forma intencional. As imagens, no entanto, contradizem essa versão.
Polícia indicia motorista suspeito de atropelar e matar capivaras e gato em Vila Velha
“Três animais atingidos em pontos diferentes, com desvios nítidos, deixam claro o dolo. Ele abaixava a cabeça quando questionado sobre a sequência dos atropelamentos, mas confirmou que era o condutor”, explicou o titular da DEPMA, o delegado Marcelo Nolasco.
O motorista foi indiciado por quatro crimes de maus-tratos com resultado morte — três por conta das capivaras, que são animais silvestres, e um pelo gato, considerado animal doméstico.
“É como homicídios dolosos: cada ato configura um crime distinto. A pena pelas mortes das capivaras varia de seis meses a um ano por animal, enquanto a do gato é de dois a cinco anos. Com a causa de aumento prevista pela legislação, a pena total pode chegar a, aproximadamente, 11 anos de reclusão”, informou Nolasco.
O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário, com o pedido de aplicação da pena máxima cabível diante dos fatos apurados.

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