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Ordem judicial

PC interdita abrigo mantido pela família de mulher que abandonou animais em Vila Velha

A instituição era mantida pelos pais da mulher que abandonou animais em um apartamento no início deste mês – na ocasião, eles estavam em situação de maus-tratos. Na ação desta quarta-feira (20), ocorrida na Serra, 34 animais foram resgatados

Publicado em 20 de Janeiro de 2021 às 12:28

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 jan 2021 às 12:28
Vila Velha
O abrigo interditado era mantido por familiares da mulher que abandonou animais em um apartamento, em Vila Velha Crédito: Divulgação/Polícia Civil
PC interdita abrigo mantido pela família de mulher que abandonou animais em Vila Velha
A Polícia Civil, em ação conjunta com a CPI dos Maus Tratos da Assembleia Legislativa e o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), resgatou 34 animais e interditou um abrigo localizado no município da Serra. A ação, realizada na manhã desta quarta-feira (20), foi fruto do cumprimento de mandado de busca e apreensão, além de determinação judicial de interdição do estabelecimento. A ordem judicial é decorrente de uma investigação que está em andamento na Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA).
O abrigo interditado é mantido pelos pais da moradora de um apartamento localizado em Vila Velha, onde diversos animais foram encontrados mortos e em situações de maus tratos, no dia 8 de janeiro. A ação desta quarta-feira visa, segundo a polícia, averiguar a condição do local que abrigava os animais e cumprir a determinação da Justiça para interdição e resgate dos cães encontrados.
"O inquérito policial está em andamento. As suspeitas são de que os animais encontrados no apartamento teriam sido recolhidos pela mãe, dona do abrigo, e entregues à filha para ajudar nos cuidados dos animais. O apartamento seria, então, uma extensão do abrigo. Tanto a moradora do apartamento quanto a mãe faziam pedidos de doação de forma conjunta, o que reforça a suspeita de que a arrecadação e os cuidados eram comuns às duas", afirmou o titular da DPMA, delegado Eduardo Passamani.
O local onde os animais estavam aparentava pouca salubridade. Apesar disso, os fiscais do Conselho Regional de Medicina Veterinária informaram que os cães não apresentavam sinais de maus-tratos. Os animais foram recolhidos pela equipe da CPI dos Maus-tratos, que os encaminhará para avaliação médica e lar adotivo provisório.
"Os donos da instituição também foram cientificados para a apresentação da filha, investigada pela DPMA para que seja interrogada. Ela se encontra em local ignorado, sob alegação de tratamento médico. Eles também foram informados que estão proibidos de solicitar doações para o abrigo e devem retirar as páginas da entidade das redes sociais", disse o delegado.

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