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Operação mira esquema de cartel em preços de botijas de gás na Serra

Crime foi descoberto após um revendedor, que era forçado a participar da combinação de preços, denunciar à polícia; seis empresas entraram no alvo da corporação
Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 abr 2024 às 18:30

Publicado em 24 de Abril de 2024 às 18:30

Operação mira esquema de cartel em preços de botijas de gás na Serra
O crime, inicialmente, ocorria em seis empresas localizadas na Serra Crédito: Polícia Civil
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) do Espírito Santo realizou, nesta quarta-feira (24), uma operação para desmantelar um esquema de cartel – quando comerciantes 'combinam' um preço igual para repassar aos clientes – de botijas de gás de cozinha. Segundo a Polícia Civil, o crime, inicialmente, ocorria em seis empresas localizadas na Serra.
Ao todo, dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos, três revendedoras de gás clandestinas (ou seja, sem permissão para funcionar) interditadas e, aproximadamente, 380 botijas de gás apreendidas.

Investigações

O delegado Eduardo Passamani, titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, explicou que o esquema foi descoberto após reclamações sobre os valores na região de Feu Rosa. Durante as investigações, um revendedor local quis denunciar o crime. 
"Ele disse que [até] tinha condições de fazer um preço mais barato, de R$ 85, mas estava havendo uma combinação de preços ali para eliminar os concorrentes e impor um valor base aos moradores. Estava sendo coagido", afirmou.
Operação mira esquema de cartel em preços de botijas de gás na Serra
Após corporação apreendeu quatro celulares, com a intenção de coletar provas; e também identificou as revendedoras clandestinas. 
"Funcionavam de forma precária, sem uma vistoria de Corpo de Bombeiros, próximo de locais que não poderiam; ou seja, geravam um perigo para a vida das pessoas nas proximidades"
Eduardo Passamani - Titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor
A depender do desenrolar das investigações, segundo a Polícia Civil, os suspeitos podem responder por combinação de preços e funcionamento dos estabelecimentos sem autorização, totalizando dez anos de prisão.
"Também existem indícios de que tentaram se esquivar da ação de policiais, pois usavam veículos sem identificação. Nesse caso, entra associação criminosa, cuja pena é de oito anos", ressaltou o delegado Eduardo Passamani.

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